OFERTA FORMATIVA

Ref. 162EC_1CEB-03 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128206/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 9 de Julho de 2026

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária do Entroncamento

Formador

Margarida Sofia Ferreira de Oliveira

Destinatários

Professores do Grupo de Recrutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Há hoje claramente a ideia de que o conhecimento nas diferentes áreas do saber, e em especial nas Ciências, cresce a um ritmo exponencial impulsionado por um desenvolvimento tecnológico sem par. Sabemos também que a informação disponível sobre a maioria dos assuntos é já quantitativamente significativa, desatualizando-se a um ritmo rápido, o que nos coloca irremediavelmente perante as questões do que e do como ensinar ciência, mas também perante o porquê e para quê ensinar ciência. Parece igualmente ser consensual que a educação científica deve começar nos primeiros anos de escolaridade. Embora a investigação na didática das ciências aponte para uma pedagogia com base nos métodos investigativos, a realidade nas salas de aula parece ainda bastante distante desta abordagem. Os professores desempenham um papel fundamental na renovação da educação científica e são os primeiros agentes de mudança na escola, mas têm de contar não só com os condicionalismos exteriores que vão encontrar, mas também com a sua própria história como alunos, a maioria produto de um ensino transmissivo. O passado fornece os modelos mentais de como ensinar, condicionando de forma poderosa a prática pedagógica. Também o modo como é entendido o processo de construção do conhecimento científico, compartimentado e cumulativo, associado a uma conceção rígida da atividade científica, entendida como uma atividade individual, são referidas frequentemente pela investigação, como um obstáculo a ultrapassar. Esta oficina decorre de uma necessidade de formação sentida pelos professores do primeiro ciclo do ensino básico e pretende ser um espaço de experimentação e reflexão, procurando ser impulsionadora da mudança das suas práticas pedagógicas.

Objetivos

Procura-se, com esta formação, levar cada professor participante a: a) Refletir sobre as suas práticas de ensino; b) Desenvolver um enquadramento de ação com base no conhecimento construído pela investigação na Didática das Ciências; c) Produzir atividades de sala de aula, com carácter investigativo; d) Promover o desenvolvimento de uma atitude de questionamento favorável à mudança da sua prática pedagógica.

Conteúdos

Sessões presenciais de 3 horas de duração 1) Apresentação a) Apresentação dos formandos e da formadora. b) Apresentação do plano de trabalho a desenvolver ao longo da formação: conteúdos, modos, calendarização e avaliação. c) Exploração das questões: O que é a Ciência? Para que serve a Ciência? Quem constrói a Ciência? O que são conceções alternativas? Porquê as atividades investigativas? d) Desenvolvimento de uma primeira atividade experimental para exploração dos conceitos de atividades práticas, laboratoriais e experimentais de caráter investigativo. 2) 3) 4) Atividades investigativas a) Os formandos desenvolvem uma atividade experimental por sessão, nas áreas da Biologia, Química e Física, possibilitando o aprofundamento dos conceitos científicos envolvidos nas atividades e a vivência de um processo investigativo como facilitador da sua própria aprendizagem. b) Com a segunda atividade procura-se explorar as etapas envolvidas no trabalho experimental de carácter investigativo (formulação do problema e de uma questão testável; planificação dos procedimentos a adotar perante as hipóteses construídas, com identificação das variáveis envolvidas; execução do procedimento; seleção de métodos para recolha de dados; interpretação dos resultados e conclusões, com levantamento de novas questões). c) Com as terceira e quarta atividades procura-se promover a aplicação dos conceitos trabalhados anteriormente, explorando os limites de validade de uma conclusão. Serão ainda trabalhadas as mais-valias do trabalho em grupo e da comunicação (oral/escrita) dos resultados. 5) Construção da atividade de caráter investigativo. a) Apresentação dos trabalhos desenvolvidos e avaliação do trabalho desenvolvido na formação b) Apresentação da atividade desenvolvida com os alunos e a apreciação feita após a aplicação na sala de aula. c) Autoavaliação do trabalho desenvolvido na formação. d) Avaliação da Oficina de Formação. Sessões de trabalho autónomo 1) A acompanhar o trabalho desenvolvido na 1ª sessão presencial (2 horas) Leitura de textos levantamento das ideias que os alunos têm sobre a imagem do(a) cientista. 2) A acompanhar o trabalho desenvolvido na 2ª sessão presencial (2 horas) Identificação dos temas a explorar no âmbito do currículo do ano de escolaridade que os formandos lecionam. 3) A acompanhar o trabalho desenvolvido nas 3ª e 4ª sessões presenciais (10 horas) Elaboração de uma atividade de caráter investigativo. Avaliação intermédia dos trabalhos desenvolvidos pelos formandos com identificação dos constrangimentos e procura de soluções. O acompanhamento da elaboração dos trabalhos (realizados em sessões de trabalho autónomo) será promovido através da plataforma moodle. Aplicação da atividade à turma. Preparação da apresentação do trabalho desenvolvido ao grupo. 4) A acompanhar a 5ª sessão presencial (1 horas) Elaboração de um texto crítico sobre as aprendizagens realizadas na formação.

Avaliação

A avaliação, de caráter predominantemente formativo, sistemática e partilhada, traduzindo-se numa classificação final quantitativa, na escala de 1 a 10, terá em conta: a) Participação nas atividades (10%); b) Produção de materiais pedagógicos (atividade experimental de caráter investigativo) (70%); c) Elaboração do relatório de reflexão crítica (20%).

Bibliografia

Afonso, M. (2008). A educação científica no 1º ciclo do ensino básico: Das teorias às práticas. Porto: Porto Editora.Hodson, D. (1996). Laboratory work as scientific method: Three decades of confusion and distorsion. Journal of Curriculum Studies, 28 (2), 115135.Martins, I. P., Veiga, L., Teixeira, F., Tenreiro-Vieira, C., Vieira, R., Rodrigues, A. V. & Couceiro, F. (2006). Educação em Ciências e Ensino Experimental no 1º Ciclo EB. Lisboa: Ministério da Educação.Vieira, R. M., Tenreiro-Vieira, C. (2016). Fostering Scientific Literacy and Critical Thinking in Elementary Science Education. Int J of Sci and Math Educ, 14, 659-680.




402

Ref. 163PINTII_02 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-126588/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 7 de Setembro de 2026

Fim: 7 de Abril de 2027

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária do Entroncamento

Formador

Álvaro de Assunção Rodrigues dos Santos

Destinatários

Professores dos Grupos de Recrutamento 240 e 600

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 240 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos de Recrutamento 240 e 600. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As Artes Visuais são fundamentais no desenvolvimento da sociedade e preponderantes no processo de ensino aprendizagem da escola onde, através da necessária construção imagética, divulgam a vertente artística e materializam a força dinamizadora da interdisciplinaridade! Neste Curso de Formação pretende-se dotar os professores de mais experiência e capacidade de resposta numa dimensão tão específica desta área, a importância da pintura na construção da comunicação através da imagem. Principais razões:  Alargar os conhecimentos no domínio artístico e didático;  Facilitar o acesso a novas práticas de utilidade pedagógica;  Promover e desenvolver o interesse pela Pintura, como meio de comunicação visual;  Dar a conhecer novas técnicas e experiências de formação profissional e pessoal;  Promover atividades de, e com utilização no desenvolvimento de trabalhos/atividades interdisciplinares.

Objetivos

 Compreender a Pintura como meio de expressão plástica e de comunicação visual;  Compreender a intervenção e a importância dos materiais na conceção de uma pintura;  Compreender a intervenção das técnicas e tecnologias na conceção de uma imagem plástica;  Experimentar e manipular técnicas e tecnologias, matérias e materiais diferentes;  Experimentar e utilizar instrumentos e ferramentas adequados às tecnologias a empregar;  Aperfeiçoar a competência pedagógico-didática dos professores através da utilização de novos conhecimentos no âmbito da comunicação visual;  Incentivar os professores para a criação de estratégias de utilização dos recursos plásticos pelos alunos;  Desenvolver um espírito crítico face às implicações didácticas e pedagógicas das Artes Visuais em contextos educativos;  Conhecer novas técnicas e tecnologias no sentido de poder responder de forma mais criativa e abrangente aos projetos, intervenções e articulações interdisciplinares escolares;  Promover a integração de um maior número de alunos mais recetíveis à vertente prática bi e tridimensional, nas dinâmicas interdisciplinares, contribuindo para um maior sucesso escolar.

Conteúdos

Introdução: (2horas) • Arte Contemporânea • A incorporação de novos elementos conjugados com os materiais tradicionais; • Assemblagem – a relação pintura/escultura;  As técnicas e os materiais na pintura: • A Pintura – técnicas e suportes diversos;  Processos de Síntese e Transformação Gráfica.  Teoria da cor.  Apresentação da proposta de trabalho: • Técnicas de execução/materiais; • Apresentação do trabalho final;  A Textura e a Pintura;  Textura e Arte não Figurativa;  As técnicas e os materiais na construção da imagem plástica;  Levantamento de texturas visuais recorrendo a diversos modos de registo e expressão Experimentar e explorar técnicas, modos de registo e expressão sobre suportes diferentes. (5 horas)  Experiências e exercícios: • Fricção/Frottage • Grattage • A impressão (Decalcomania e Monotipia) • Pintura flutuante; • Dripping; • Escorrido; • Fumage; • Construção; • Pintura gestual; • Tachismo; • Pintura e Desenho Caligráfico; • Técnicas mistas (colagem). Desenho e projeto para o trabalho final: (2 horas) • Análise e estudo de imagens (projeto); • Realização de esboços do projeto (estudo/organização da composição)  Enquadramentos e claro-escuro:  Ritmo e dinamismo visual;  Volume e sombras. Início da pintura – preparação da tela. (2 horas) • Desenho do projeto na tela (ampliação/escala/proporção). • As primeiras camadas – cobertura geral da tela. Execução da Pintura: (12 horas) • Pintura sobre tela;  A cor da realidade;  Comportamento da cor;  Ajustamento da cor;  Técnicas diversas;  Acabamento do quadro. Apresentação do trabalho final: (2 horas) • Análise e debate sobre o trabalho desenvolvido; • Autoavaliação; • Heteroavaliação.

Metodologias

Aulas teóricas. Teórico/Práticas: Introdução e preparação do trabalho final Exemplificações práticas – antes e no decurso dos trabalhos. Práticas: desenvolvimento dos trabalhos.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formandos terá em conta os seguintes itens: • Iniciativa/Participação nas atividades da formação (20%); • Domínio Técnico do desenho/projeto de imagem (organização formal/composição/dinamismo) (10%); • Domínio técnico da Pintura - aplicação/demonstração de conhecimentos adquiridos (40%); • Criatividade/Imaginação/Experimentação (20%); • Apresentação do trabalho final (10%).

Bibliografia

História da Arte – Fundação Calouste Gulbenkian Grandes Pintores do Século XX – Globus Técnicas de Pintura e Desenho – Ediciones Génesis, SA




401

Ref. 279ROBOT01 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136294/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 7 de Setembro de 2026

Fim: 7 de Abril de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Carlos José Fazendas de Sousa

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Nos últimos anos, a integração de tecnologias educativas tem-se tornado uma prioridade no sistema educativo português, com a implementação de Laboratórios de Educação Digital (LED) como instrumentos de inovação pedagógica. Estes são espaços inovadores que promovem o suporte à aprendizagem através de recursos e equipamentos tecnológicos, aplicáveis em todas as disciplinas do currículo, promovendo o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória Uma das componentes dos LED, inclui recursos essenciais na área da programação e robótica, para o desenvolvimento de competências digitais e tecnológicas dos alunos. A presente formação permite que os docentes se familiarizem com equipamentos como: Microbit, Arduino, Raspberry Pi e Lego Spike, utilizando-os para criar cenários de aprendizagem interdisciplinares que alinham as áreas disciplinares do currículo do ensino básico com as competências do século XXI, como a resolução de problemas, o pensamento crítico, colaboração e criatividade. Além das STEM, a formação incentiva a aplicação dos dispositivos tecnológicos em disciplinas como Português, História, Geografia, Educação Visual, Música, entre outras, criando uma abordagem integradora e inclusiva. A prática pedagógica centrada nestas tecnologias permite um ensino mais ativo e contextualizado, alinhado com os objetivos do Plano de Ação para a Transição Digital e com os laboratórios LED.

Objetivos

1. Desenvolver estratégias de gestão curricular que fomentem a intencionalidade pedagógica e a adequação ao perfil dos alunos, 2. Promover uma aprendizagem significativa e contextualizada, através de projetos práticos e interdisciplinares que envolvam diversas áreas disciplinares, como Matemática, Ciências Naturais, Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Português, Educação Visual, História, Música, línguas estrangeiras entre outras. 3. Capacitar os professores para desenhar, implementar e avaliar cenários de aprendizagem alinhados com o Plano de Transformação Digital e as aprendizagens essenciais, respondendo às necessidades específicas dos alunos do ensino básico. 4. Compreender a importância de potenciar a utilização dos espaços de aprendizagem flexíveis quando se pensa, implementa e avalia a ação educativa.

Conteúdos

Os conteúdos a abordar desenvolvem-se de acordo com os seguintes módulos: Módulo 1: Introdução à Programação e Robótica no Contexto Escolar • Apresentação e introdução aos conteúdos da formação, bem como dos critérios de avaliação (3 horas presenciais); Módulo 2: Criação e Implementação de Projetos Interdisciplinares com recurso ao Microbit (4 horas presenciais); Módulo 3: Criação e Implementação de Projetos Interdisciplinares com Arduino e Raspberry Pi (5 horas presenciais); Módulo 4: Robótica Criativa com Lego Spike (4 horas presenciais) Módulo 5: Planeamento de Cenários Interdisciplinares com Ligação a Diversas Áreas Curriculares (6 horas assíncronas) Módulo 6: Avaliação, Partilha e Reflexão Final (3 horas presenciais) • Apresentação dos cenários desenvolvidos pelos participantes e aplicados em contexto de sala de aula. • Partilha de experiências e boas práticas entre os participantes. • Reflexão sobre os desafios e oportunidades do uso de programação e robótica no currículo escolar.

Metodologias

As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime presencial e assíncrono. Ao longo da ação, procurar-se-á refletir sobre os desafios e oportunidades associados à operacionalização dos recursos LED na área das artes e dos recursos multimédia nas práticas pedagógicas em sala de aula. As sessões terão carácter predominantemente prático, com momentos expositivos/demonstrativos. Pretende-se uma metodologia de aprendizagem por execução de tarefas. As atividades integradoras serão desenvolvidas com a preocupação de manter ligação com os contextos profissionais dos formandos.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Participação nas sessões (10%) Realização das tarefas ao longo da formação (30%) Qualidade dos cenários de aprendizagem desenvolvidos e aplicados (60%)

Bibliografia

BBC Microbit Education Foundation. Getting Started with Microbit Projects. Disponível em: https://microbit.orgArduino Education. Resources for Schools. Disponível em: https://www.arduino.cc/educationRaspberry Pi Foundation. Projects and Resources. Disponível em: https://projects.raspberrypi.orgLEGO Education. SPIKE Prime Resources. Disponível em: https://education.lego.comDireção-Geral da Educação. Laboratórios de Educação Digital. Disponível em: https://led.dge.medu.pt




413

Ref. 261ING-02 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131128/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 7 de Setembro de 2026

Fim: 31 de Março de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária do Entroncamento

Formador

Paula Alexandra Valente Couto

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 220 e 330. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), da disciplina de Inglês, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

- Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); - Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; - Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; - Planificar, ensinar e avaliar tendo por base as diversas áreas de competência e domínios das aprendizagens essenciais de inglês, refletindo a voz dos alunos; - Conceber projetos, aulas, sequências de aprendizagem, tarefas e/ou atividades motivadoras, criando 'autenticidade' na comunicação, que desenvolvam a criatividade, o pensamento crítico, a comunicação, a colaboração e a inclusão; - Promover a valorização da sua cultura e da dos outros: identidade e língua, espaços de realidades culturais diferentes e atitudes de tolerância e respeito intercultural.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Características dos alunos dos 2.º, 3.º CEB e ensino secundário e metodologias (5h) -Características do desenvolvimento cognitivo e social destes alunos -Estratégias pedagógicas adequadas e atividades para um ambiente mais inclusivo -Gestão da sala de aula: comunicação, rotinas e comportamento. Módulo 3 – Competência comunicativa: Oralidade (10h) -Compreensão oral: técnicas de audição/visualização e compreensão de diferentes tipos de textos orais; atividades práticas com áudios/vídeos autênticos; apresentação e partilha de recursos didáticos variados; como avaliar para melhorar. -Interação e produção oral: estratégias para desenvolver a pronúncia, entoação e fluência; técnicas de preparação para apresentações/debates; partilha de atividades comunicativas autênticas; como avaliar para melhorar. Módulo 4 – Competência Comunicativa e géneros textuais: Escrita (10h) -Compreensão escrita: técnicas práticas; atividades com diferentes tipos de textos; compreensão escrita e desenvolvimento da criatividade, do espírito crítico, perspetivas e interpretações; como avaliar para melhorar. -Interação e produção escritas: reflexão sobre aspetos didáticos relevantes nos processos de produção escrita; construção de textos: recursos e atividades de motivação para a escrita; estratégias para a prática de escrita em diferentes formatos; técnicas de estruturação de textos; produção escrita integrada em projetos comunicativos, (inter)disciplinares; como avaliar para melhorar. Módulo 5 – Mediação (5h) -No contexto das línguas -Nos documentos de referência: PA e AE -Na prática letiva - Exemplos de atividades. Módulo 6 – CLIL, multi/plurilinguismo (5h) -Terminologia e definições -Promover e idealizar práticas de multilinguismo na sala de aula -Implementar e integrar atividades e estratégias plurilíngues e selecionar recursos apropriados -Pluriliteracias para uma aprendizagem mais efetiva. Módulo 7 – Competência Intercultural (5h) -Descrever diferentes elementos da sua cultura, identidade e língua por oposição à cultura anglo-saxónica e à língua inglesa -Identificar e analisar textos literários adequados ao desenvolvimento da Cidadania e Educação Intercultural -Comparar os espaços à sua volta com espaços culturais diferentes -Identificar exemplos concretos de atitudes de tolerância e respeito intercultural. Módulo Final (2,5 horas) - Apresentação e discussão dos projetos desenvolvidos no âmbito da oficina.

Metodologias

As sessões síncronas, em inglês, são práticas, incidem em metodologias ativas, demonstração de técnicas, reflexão sobre práticas, desenvolvimento de tarefas, discussão e partilha. O curso é constituído por 8 módulos (2 obrigatórios e 6 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: -Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo -Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.Currículo do Ensino Básico e do Ensino Secundário para a construção de Aprendizagens Essenciais baseadas no Perfil dos Alunos. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Short, K, Day, D. & Schroeder, J. (2016). Teaching Globally. Reading the World Through Literature. Portland: Stenhouse Publishers.




414

Ref. 202PP_INCLUS-28 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133753/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 22 de Dezembro de 2026

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Anabela da Silva Santos

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica, para efeitos de progressão na carreira docente de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021.European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
2 13-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
3 20-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
4 27-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
5 03-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
6 09-11-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
7 17-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
8 24-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
9 15-12-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
10 22-12-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona


405

Ref. 202PP_INCLUS-29 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133753/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 24 de Novembro de 2026

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária do Entroncamento

Formador

Ana Paula de Brites Mourão

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica, para efeitos de progressão na carreira docente de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021.European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
2 13-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 20-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 27-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 03-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 10-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
7 17-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 24-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona


406

Ref. 276MAT_1C-02 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-137024/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Outubro de 2026

Fim: 12 de Janeiro de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Ana Paula da Conceição Lopes

Destinatários

Professores do Grupo de Recrutamento 110

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo de Recrutamento 110. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As novas Aprendizagens Essenciais (AE) de Matemática para o Ensino Básico (Despacho 8209/2021, de 19 de agosto), já em vigor em todos os anos de escolaridade do Ensino Básico, contemplam, a par dos temas matemáticos, o desenvolvimento sistemático de seis capacidades matemáticas transversais: resolução de problemas, raciocínio matemático, comunicação matemática, representações matemáticas e conexões matemáticas (internas e externas) e o pensamento computacional. Estas competências transversais surgem no novo documento curricular como temas de aprendizagem, com objetivos de aprendizagem definidos e sugestões de práticas letivas, em todos os anos de escolaridade. As sugestões metodológicas propostas no documento e as brochuras e tarefas apresentadas pela DGE, propõem práticas pedagógicas que aliam o desenvolvimento de capacidades matemáticas transversais, a consolidação dos temas matemáticos e o desenvolvimento das capacidades e atitudes gerais. Neste contexto, e reconhecendo a necessidade de formação dos professores do grupo 110, no âmbito de práticas pedagógicas que contemplem o desenvolvimento destas competências, o presente curso de formação incidirá sobre a análise e experimentação de tarefas e recursos direcionados para o desenvolvimento de competências matemáticas transversais.

Objetivos

- Caracterizar as competências matemáticas transversais nas novas AE de Matemática para o Ensino Básico, identificando subtópicos e objetivos de aprendizagem; - Identificar orientações metodológicas e práticas letivas presentes nas novas AE; - Analisar/selecionar/conceber tarefas para o desenvolvimento de competências matemáticas transversais, com eventual uso de recursos - ambientes de geometria dinâmica, ambientes de programação visual, calculadora, folha de cálculo, etc.; - Partilhar e refletir sobre práticas letivas.

Conteúdos

1. As novas AE de Matemática do Ensino Básico (4h00): • O que aprender em Matemática? Como promover a aprendizagem da Matemática? • Capacidades matemáticas transversais: subtópicos e objetivos de aprendizagem. 2. Exploração de tarefas para desenvolvimento integrado de capacidades matemáticas transversais (8h00) - Coletânea de tarefas/ Brochura - DGE: • Resolução da tarefa e identificação de objetivos de aprendizagem; • Reflexão sobre potencialidades, limitações e dificuldades esperadas. 3. Exploração de tarefas com recurso a meios tecnológicos (8h00) - ambientes de geometria dinâmica e ambientes de programação visual: • Resolução da tarefa e identificação de objetivos de aprendizagem; • Reflexão sobre potencialidades, limitações e dificuldades esperadas. 4. Planificação de uma tarefa a implementar com os alunos, com vista ao desenvolvimento das competências matemáticas transversais (5h00): • Partilha de práticas e experiências pedagógicas; • Reflexão conjunta.

Metodologias

As sessões terão como base três dimensões distintas: apresentação por parte do formador; análise de documentos e tarefas em grupo/ par e partilha de experiências em grande grupo. A análise do documento AE de Matemática será feita através de uma apresentação da formadora e através de análise em grupo/par, com posterior discussão conjunta. A exploração de tarefas – https://aem.dge.mec.pt/pt/recursos) ou outras fontes – será feita em grupos com mediação do formador seguida de apresentação em plenário. Cada grupo deverá resolver a tarefa; enquadrá-la no currículo; propor formas de a implementar, identificando potencialidades, limitações e dificuldades esperadas. Será ainda proposta a planificação, em grupo/ pares de uma tarefa a implementar com os alunos - elaboração do plano de aula e construção de materiais. Será sempre fomentada a partilha das experiências pedagógicas e a utilização dos recursos da formação em contexto de sala de aula para posterior discussão dos resultados obtidos, dificuldades encontradas e possíveis reformulações. Serão disponibilizados pela formadora de textos de apoio, para leitura complementar.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: • Realização e discussão das tarefas propostas nas sessões – 20%; • Construção e planificação de uma tarefa para sala de aula – 50%; • Reflexão escrita final individual – 30%.

Bibliografia

Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Despacho 8209/2021, de 19 de agosto)Espadeiro, R. (2021). O pensamento computacional no currículo de Matemática. Educação e Matemática, 162NCTM (2017). Princípios para a ação. Lisboa: APMPonte, J., Brocardo, J., Oliveira, H. (2005). Investigações Matemáticas na sala de aula. Belo Horizonte: AutênticaQuaresma, M., & Mata Pereira, J. (2020). Como desenvolver o raciocínio matemático na sala de aula? Educação e Matemática, 156, 7-11


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-10-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
2 13-10-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 20-10-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
4 03-11-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
5 10-11-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
6 24-11-2026 (Terça-feira) 17:00 - 19:30 2:30 Presencial
7 15-12-2026 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
8 05-01-2027 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
9 12-01-2027 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona


410

Ref. 202PP_INCLUS-30 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133753/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 8 de Outubro de 2026

Fim: 3 de Dezembro de 2026

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária do Entroncamento

Formador

Cláudia Margarida Brito Freire

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica, para efeitos de progressão na carreira docente de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021.European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 08-10-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
2 15-10-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 22-10-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 05-11-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 19-11-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 26-11-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
7 03-12-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 10-12-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona


407

Ref. 257SCRA-02 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133455/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 13 de Outubro de 2026

Fim: 21 de Janeiro de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Dr. Solano de Abreu - Abrantes

Formador

Rui Manuel Moleirinho Fernandes

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 230, 500, 510, 520, 540, 550

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230, 500, 510, 520, 540, 550. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 230, 500, 510, 520, 540, 550. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Nesta formação será explorado o Scratch, uma linguagem de programação, como meio para desenvolver competências, tais como a resolução de problemas, o raciocínio lógico e o pensamento computacional, tal como previsto no PASEO e nas AE das disciplinas de Matemática, das Ciências Experimentais e Tecnológicas. Isto exige formação de docentes nesta área, pelo que se pretende, com esta formação, iniciar os participantes na criação de algoritmos utilizando fluxogramas e na utilização do Scratch, enquanto linguagem de programação visual e amigável, através de blocos de comandos, sem necessidade de código complexo. Esta abordagem facilita a introdução dos conceitos fundamentais de lógica e programação, promovendo a resolução de problemas, através do raciocínio lógico.

Objetivos

Fomentar a compreensão e aplicação dos princípios do pensamento computacional; Promover a compreensão e aplicação dos fundamentos do ambiente e linguagem de programação Scratch; Elaborar programas elementares em Scratch; Explorar como a programação em Scratch pode ser útil nas Ciências Experimentais e na Matemática; Preparar os participantes para integrar a programação em Scratch nas suas práticas de ensino; Reconhecer a utilidade prática da utilização do Scratch em diversos problemas da sociedade, que envolvem as Ciências Experimentais e a Matemática, potenciando ainda mais o desenvolvimento de projetos interdisciplinares consubstanciados no digital.

Conteúdos

1. Introdução ao Pensamento Computacional (2h) • Definição e importância do pensamento computacional; • Elementos do pensamento computacional: decomposição, reconhecimento de padrões, abstração e algoritmos; • Exemplos de aplicação do pensamento computacional em problemas do dia a dia; 2. Fundamentos de Algoritmos e Fluxogramas (4h) • Conceitos básicos de algoritmos e a sua importância na resolução de problemas; • Introdução aos fluxogramas como ferramenta para representar algoritmos; • Símbolos e convenções utilizados em fluxogramas; • Exemplos práticos de criação de fluxogramas para problemas simples; 3. Exercícios práticos de criação de fluxogramas orientados para a Matemática e para as Ciências Experimentais (3h) 4. Introdução ao Scratch (6h) • Apresentar o Scratch e o seu interface gráfico; • Explorar as ferramentas básicas de Scratch; • Introdução aos blocos de programação; • Sintaxe básica: variáveis, operadores e listas; • Estruturas de controle (if, for, while); • Exercícios práticos para aplicar os conceitos aprendidos. 5. Aplicações em Matemática e em Ciências Experimentais com Scratch (5h) • Desenvolver simulações científicas que ilustram conceitos de Ciências; • Desenvolver competências para a resolução de problemas e lógica através de jogos no Scratch; • Explorar formas de aplicar o Scratch em contextos educacionais reais; 6. Exemplos práticos e projetos relacionados à Matemática e Ciências Experimentais (4h) • Desenvolvimento de pequenos projetos aplicados à Matemática e Ciências Experimentais.

Metodologias

Presencial: As atividades a realizar no curso de formação decorrem em sessões presenciais (9h) e on-line (16h) síncronas, teórico/práticas, num total de 25 horas, mais 25 horas de trabalho autónomo. Ao longo da oficina procurar-se-á, sistematicamente, refletir sobre os desafios e oportunidades encontrados ao integrar o Scratch no desenvolvimento curricular. As sessões presenciais deverão ser de carácter predominantemente prático, com alguns momentos expositivos/demonstrativos. Sugere-se a metodologia de aprendizagem por execução de tarefas e salienta-se que as atividades integradoras devem ser desenvolvidas com a preocupação de ligação com os contextos e as vivências profissionais dos participantes. Sugere-se ainda que os formandos possam experimentar os papéis de professor e de aluno no maior número possível de tarefas. Trabalho Autónomo: O trabalho autónomo tem como finalidade a realização de tarefas propostas para consolidar o conhecimento da linguagem de programação e a preparação de um conjunto de materiais pedagógicos para aplicar na sala de aula e que servirá como trabalho final. Assim, a componente de trabalho autónomo é destinada a atividades individuais, experimentação em contexto, e reflexão individual que os formandos partilharão/discutirão com os colegas e formador(es) nas sessões presenciais (físicas e online). Assim, proporcionar-se-ão momentos de partilha e reflexão conjunta, promotores de melhorias.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Participação nas sessões (10%) Realização das tarefas ao longo da formação (30%) Trabalho final (60%)

Bibliografia

Ledesma, Fernanda, Nunes, Carlos Alberto. Programação Scratch 2º Ciclo. Leya, 2017Pande, Ravindra, Joshi, Abhay B. Advanced Scratch Programming: Createspace Independent Publishing Platform, 2016Schimiguel, Juliano. Pensamento Computacional: Ciência Moderna, 2022


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 13-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
2 20-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
3 27-10-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
4 10-11-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:00 2:00 Online síncrona
5 17-11-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
6 24-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
7 03-12-2026 (Quinta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
8 15-12-2026 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
9 05-01-2027 (Terça-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online síncrona
10 21-01-2027 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial


404

Ref. 265CN-01 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131573/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 14 de Outubro de 2026

Fim: 9 de Dezembro de 2026

Regime: b-learning

Local: B-Learning (Sessões presenciais na E.S. Maria Lamas - Torres Novas)

Formador

Isabel Maria Vieira Grais Martins

Destinatários

Professores do grupo de recrutamento 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do grupo de recrutamento 520. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Ciências Naturais, Biologia e Geologia, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

• Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); • Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; • Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; • Promover a familiarização dos professores com as propostas de atividades práticas/experimentais que constam dos documentos curriculares, de forma que reconheçam as suas reais potencialidades no âmbito do ensino das ciências; • Incentivar a reflexão sobre o papel essencial do professor na formação de cidadãos críticos e ativos na sociedade; • Promover a abordagem holística de problemas e desafios socioambientais.

Conteúdos

Módulo (M)1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares: (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/desenvolvimento de competências digitais dos alunos) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA) As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina) Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos M2 - Genética e intervenção biotecnológica (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: manipulação da fertilidade, controlo de natalidade das populações humanas e resolução de problemas de infertilidade - processos biotecnológicos natureza e carácter hereditário dos genes, a sua regulação e alteração, com implicações na qualidade de vida dos indivíduos e da biodiversidade genes como património evolutivo das espécies e como campo de intervenção biotecnológica Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática M3: Saúde e Alterações climáticas (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos à temática: pandemia e alterações climáticas - conceitos pandemias relacionadas com alterações climáticas fatores de risco evidências científicas ações para a redução dos riscos Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito da temática Elaboração de projeto de intervenção na comunidade para promover a saúde e reduzir os riscos das alterações climáticas M4 – Recursos Geológicos e Sustentabilidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: relação entre dinâmica litosférica e mudanças climáticas atividades antropogénicas e mudanças ambientais exploração de recursos geológicos através de tecnologias específicas contaminação de recursos geológicos e possíveis cenários de futuro, como consequência do aquecimento global e de mudanças ambientais Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas e experimentais no âmbito do tema M5 – Biodiversidade e Geodiversidade (10 horas) Aspetos científicos/tecnológicos inovadores relativos ao tema: conceitos básicos de biodiversidade e geodiversidade: definição, importância, níveis de organização, ameaças e estratégias de conservação áreas importantes para a conservação a nível nacional - identificação geodiversidade na sustentação da biodiversidade impactos da perda de biodiversidade e da geodiversidade Estratégias de planificação e desenvolvimento de atividades práticas, de campo e experimentais Elaboração de projeto de educação ambiental. Módulo Final - (2,5 horas) Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos

Metodologias

O curso é constituído por 6 módulos (2 obrigatórios e 4 opcionais) Módulo 1 e Módulo Final – Obrigatórios e presenciais. O módulo ministrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: • Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo. • Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGECURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfOrganização Mundial da Saúde (OMS) disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/climate-change-and-healthPainel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) disponível em: https://www.ipcc.ch/


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
2 20-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 27-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 10-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 17-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 25-11-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 18:30 4:00 Presencial
7 02-12-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
8 09-12-2026 (Quarta-feira) 17:00 - 20:30 3:30 Presencial


355

Ref. 171MAT_AD_02 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-128558/24

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 30,0 horas (15,0 horas presenciais + 15,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 14 de Outubro de 2026

Fim: 13 de Janeiro de 2027

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Ana Maria Nóbrega Rodrigues

Adosinda Paula Pinho de Almeida

Destinatários

Grupos de Recrutamento 230 e 500

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Grupos de Recrutamento 230 e 500. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Grupos de Recrutamento 230 e 500. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Os ambientes digitais têm vindo a revolucionar a forma como ensinamos e aprendemos matemática. Com a crescente utilização de tecnologias digitais os professores têm agora ao seu dispor uma vasta gama de ferramentas e recursos que tornam o ensino da matemática mais dinâmico, interativo e cativante para os alunos. Uma das principais vantagens dos ambientes digitais no ensino da matemática é a possibilidade de personalizar o processo de aprendizagem, adaptando-o às necessidades e ritmos individuais de cada aluno. Com a utilização de plataformas de ensino online, é possível oferecer exercícios e desafios matemáticos de acordo com o nível de conhecimento e habilidade de cada estudante, permitindo-lhes progredir de forma mais eficaz e motivadora. No Projeto Educativo do Agrupamento de Escolas Artur Gonçalves é explicito como meta a atingir a criação de um centro de partilha de recursos digitais por departamento fomentando a sua partilha em reuniões de Departamento ou de Trabalho Colaborativo, bem como a dinamização de projetos que fomentem o desenvolvimento da literacia digital nos alunos. Esta formação constitui uma opção estratégica do agrupamento face às dificuldades que se vão sentindo. Deste modo, é pertinente que o professor de Matemática consolide estas mudanças de modo contextualizado, que aprofunde competências digitais. Pretende-se assim apoiar os docentes para a construção dos recursos necessários e ajustados aos seus contextos educativos específicos.

Objetivos

Com a presente formação pretende-se que seja possível: • Apresentar e discutir ferramentas digitais que possam ser utilizadas para o ensino e aprendizagem da Matemática. • Explorar atividades práticas que integrem a Matemática com as tecnologias digitais. • Promover a reflexão sobre o papel das tecnologias no ensino da Matemática e como podem potenciar a aprendizagem dos alunos. • Incentivar os participantes a experimentar e adaptar ferramentas digitais ao seu contexto educativo. • Partilhar boas práticas e recursos digitais úteis para o ensino da Matemática. • Estimular a colaboração e troca de experiências entre os participantes. • Proporcionar momentos de reflexão e debate sobre o impacto das tecnologias digitais no ensino da Matemática. • Fomentar o uso criativo e inovador das tecnologias no ensino da Matemática.

Conteúdos

1.Enquadramento curricular: documentos de referência – 3 horas; 2.Ambientes e ferramentas digitais para o ensino da Matemática – 3 horas (2 sessões de 1h30); 3.Criação de materiais para aplicar nas aulas; - 3 horas (2 sessões de 1h30); 4. Apresentação, discussão e avaliação dos materiais desenvolvidos no âmbito da oficina – 6 horas (4 sessões de 1h30)

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: • Obrigatoriedade de frequência de, no mínimo, 2/3 das sessões presenciais. • A avaliação/classificação individual de cada formando obedece aos seguintes critérios, que serão partilhados no início da formação: 1- Participação – 40% (Inclui a participação nas sessões, a integração nos grupos de trabalho, a participação ativa na realização das tarefas e debates, interesse demonstrado, iniciativa e autonomia). 2- Trabalho produzido – 60% (Inclui as atividades propostas pelo formador).

Bibliografia

Projetos Educativo e Projeto Curricular do Agrupamento de Escolas Artur GonçalvesAprendizagens Essenciais de Matemática do Ensino Básico e SecundárioPlano de Inovação do Agrupamento de Escolas Artur GonçalvesPlano de Ação para o Desenvolvimento Digital das Escolas (PADDE)Despacho normativo n.º 1-F/2016, de 5 de abril


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
2 21-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
3 25-11-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
4 02-12-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
5 06-01-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
6 13-01-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial


411

Ref. 325AUT-01 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141015/26

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 15 de Outubro de 2026

Fim: 17 de Fevereiro de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Zélia Maria Lopes Marques

Destinatários

Professores dos grupos 100, 110, 120 e 910

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100, 110, 120 e 910. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos 100, 110, 120 e 910. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As Declarações Internacionais e as Convenções constataram a interdependência entre o Direito à Educação e o Direito à Inclusão. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, apresenta um conjunto de dimensões que têm como premissa uma nova visão para a educação, uma visão humanista, com base nos direitos humanos e na dignidade, na justiça social, na inclusão, na proteção, na diversidade cultural, linguística e étnica, bem como na responsabilidade e prestação de contas, entre todos, tendo como objetivo “não deixar ninguém para trás” (Unesco, 2017, p. 7). Na sequência da evolução registada a nível internacional, foram publicados em Portugal, um conjunto de documentos estruturantes e orientadores das políticas educativas, que invocam uma mudança de paradigma. Atualmente, a escola é convocada para dar resposta a todos os alunos, adotando princípios ajustados às necessidades e potencialidades de cada um, pelo que a mesma deve organizar-se para a diversidade. A Perturbação do Espetro de Autismo é uma perturbação do neurodesenvolvimento, cuja prevalência tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos. Implica alterações em diversas áreas do desenvolvimento, tais como: a interação, a comunicação, comportamentos e interesses restritos. A designação de Espetro foi atribuída pela variabilidade dos sintomas desde as formas mais leves até às formas mais graves. Os docentes deparam-se diariamente com imensos desafios, para responder eficazmente às necessidades das crianças e jovens com Perturbação do Espetro de Autismo o que justifica capacitar e dotar estes profissionais de formação específica nesta área.

Objetivos

Objetivos a atingir - Abordar o quadro teórico que sustenta as políticas públicas no que respeita à inclusão e equidade; - Evidenciar características do diagnóstico de PEA - Identificar as especificidades e comorbilidades associadas - Identificar sinais de alerta de PEA - Adquirir competências para realizar processos de encaminhamento de crianças/jovens com sinais de PEA - Conhecer instrumentos de rastreio e diagnóstico e abordagens de intervenção - Planear e delinear estratégias práticas de intervenção nas diversas áreas - Promover a articulação entre os diversos intervenientes - Refletir sobre as práticas pedagógicas, promovendo a partilha de experiências no âmbito da PEA.

Conteúdos

Módulo 1 – O Quadro conceptual e normativo de referência na resposta a crianças e jovens com Perturbação do Espetro do Autismos ( 6 horas - 3 horas presenciais + 3 horas online síncronas) Breve abordagem aos documentos atuais com impacto na Educação Inclusiva no mundo e em Portugal . Quadro normativo de referência: convergência, congruência e interdependência das políticas educativas (Perfil dos Alunos à saída da escolaridade obrigatória, Decreto-Lei n.º 54/2018, na sua redação atual, Decreto-Lei n.º 55/2018, Aprendizagens essenciais e Estratégia de Educação para a Cidadania ). Diferentes contributos da investigação nas formas de ensinar e aprender na resposta à diversidade dos alunos e ao seu sucesso e progressão Abordagem multinível - medidas de suporte à aprendizagem: universais, seletivas e adicionais Desenho Universal para Aprendizagem DUA: objetivos, estratégias de ensino, materiais e recursos e avaliação. Módulo 2 - PEA: da Teoria à Prática ( 9 horas - 3 horas presenciais + 6 horas online síncronas) Evolução Histórica da PEA Critérios de diagnóstico (DSM-V). Etiologia, Comorbilidades, Prevalência; Normas clínicas do SNS Sinais de alerta e instrumentos de rastreio e diagnóstico Desenvolvimento social, comunicativo e cognitivo Mitos vs Verdade PEA Modelos e Programas de Intervenção na PEA (6 horas Teacch, Son-Rise, ABA, D.I.R, Denver, PECS Terapias complementares Módulo 3 - Práticas pedagógicas e estratégias de intervenção com crianças e jovens com PEA em sala de aula e noutros contextos: da Planificação à operacionalização, monitorização e avaliação. (10 horas - 7 horas online síncronas+3 horas presenciais) Intervir precocemente na PEA _ Ação dos diferentes intervenientes A criança/jovem com PEA em contexto escolar Opções pedagógicas e estratégias de intervenção O recurso à comunicação aumentativa e alternativa Construção e adaptação de materiais de intervenção na PEA Importância do envolvimento parental A importância do trabalho colaborativo e da articulação dos diversos intervenientes Transição entre ciclos

Metodologias

Presencial: Metodologia de cariz teórico-prática, com recurso a dinâmicas que promovam o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre os temas propostos, com vista à otimização e concretização dos objetivos delineados A Ação de formação em regime de frequência b-learning, nomeadamente: apresentação de conteúdos e conceitos, partilha de experiências, trabalhos individuais e em grupo e reflexão e debate de ideias. Trabalho Autónomo: No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos/as planeiem e apliquem os conhecimentos adquiridos nas sessões presenciais e online síncronas, junto das crianças/alunos nos diferentes contextos de intervenção. Apresentação ao grande grupo, reflexão e debate.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua". A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base: 1) qualidade da participação e contributo para a dinâmica das sessões; 2) cumprimento dos prazos de realização das atividades de aprendizagem propostas (presenciais e não presenciais); 3) qualidade da realização das tarefas propostas e reflexões efetuadas. A ponderação a aplicar na concretização da avaliação da formação é a seguinte: - Participação/Contributos/tarefas realizadas nas sessões (35%) -Trabalho de aplicação de conteúdos (45%) - Reflexão final crítica acerca dos conteúdos e atividades desenvolvidos bem no impacto do mesmo na sua prática letiva e nas aprendizagens dos alunos (20%)

Bibliografia

Cerna, L. et al. (2021) Promoting inclusive education for diverse societies: A conceptual framework. Disponível em: Promoting inclusive education for diverse societies : A conceptual framework | OECD Education Working Papers | OECD iLibrary (oecd-ilibrary.org)Dge. 2018. Para uma Educação Inclusiva - Manual de Apoio à Prática. Disponível em: https://dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pd Acesso 28/10/2024Lima, C. (2012). Perturbação do Espetro do Autismo. Manual prático de intervenção. Lisboa: Lidel - Edições Técnicas. Lima, C. (2015). Perturbações do Neurodesenvolvimento. Manual de orientações diagnósticas e estratégias de intervenção. Lisboa: Lidel – Edições Técnicas.OCDE (2022), Review of Inclusive Education in Portugal, Reviews of National Policies for Education, OECD. Disponível em: https://www.oecd-ilibrary.org/sites/a9c95902-en/index.html?itemId=/content/publication/a9c95902-en#section-d1e1094UNESCO (2015). Declaração de Incheon. Fórum Mundial de Educação (FME 2015). Coreia do Sul. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000243278_por Acesso 28/10/2024


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 15-10-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
2 22-10-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 26-11-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 03-12-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial
5 10-12-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 07-01-2027 (Quinta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
7 14-01-2027 (Quinta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Online síncrona
8 17-02-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial

Ref. 328LER-01 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141887/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 19 de Outubro de 2026

Fim: 14 de Dezembro de 2026

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária de Maria Lamas - Torres Novas

Formador

Elisabete Ferreira Neves

Destinatários

Educadores de Infância (Grupo 100) e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupo 110)

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo 100) e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupo 110). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo 100) e Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico (Grupo 110). 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A transição entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico constitui um momento determinante no percurso educativo das crianças, exigindo uma articulação pedagógica intencional que promova a continuidade das aprendizagens e o desenvolvimento harmonioso das competências de literacia. A investigação tem vindo a evidenciar que as competências emergentes de literacia desenvolvidas na Educação Pré-Escolar, nomeadamente ao nível da linguagem oral, da consciência fonológica, do vocabulário, da compreensão oral e do contacto funcional com a linguagem escrita, constituem preditores relevantes do sucesso futuro na aprendizagem da leitura e da escrita. A presente ação pretende promover a reflexão sobre os referenciais curriculares em vigor, nomeadamente as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, identificando pontos de continuidade e oportunidades de colaboração entre profissionais dos dois níveis educativos. Inserida no plano de formação da entidade proponente, esta ação visa reforçar o trabalho colaborativo entre educadores e professores, promover a partilha de práticas pedagógicas e apoiar a construção de estratégias e recursos que facilitem a transição das crianças para a aprendizagem formal da leitura e da escrita, contribuindo para a melhoria da qualidade das aprendizagens e para o sucesso educativo.

Objetivos

• Compreender a importância da articulação pedagógica entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico no desenvolvimento da literacia. • Identificar pontos de continuidade entre as Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, as Aprendizagens Essenciais e o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. • Reconhecer o papel das competências emergentes de literacia (linguagem oral, consciência fonológica, vocabulário, compreensão oral e contacto com a linguagem escrita) na aprendizagem formal da leitura e da escrita. • Analisar práticas pedagógicas promotoras da continuidade educativa entre os dois níveis de ensino. • Desenvolver estratégias, atividades e recursos que favoreçam uma transição harmoniosa para a aprendizagem da leitura e da escrita. • Promover o trabalho colaborativo entre educadores de infância e professores do 1.º Ciclo. • Conceber propostas pedagógicas articuladas promotoras da continuidade educativa entre ciclos. • Refletir criticamente sobre as práticas profissionais, identificando oportunidades de melhoria no âmbito da articulação curricular e pedagógica.

Conteúdos

Módulo 1 – Continuidade Educativa e Articulação Pedagógica (4h) • A transição entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo: desafios e oportunidades. • Referenciais curriculares orientadores: o Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar; o Aprendizagens Essenciais; o Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. • Continuidade educativa e coerência pedagógica. • O papel do trabalho colaborativo entre educadores e professores. Módulo 2 – Literacia Emergente: Bases para Aprender a Ler e a Escrever (6h) • Desenvolvimento da linguagem oral. • Consciência fonológica e consciência fonémica. • Desenvolvimento do vocabulário. • Compreensão oral. • Contacto precoce com a linguagem escrita. • O papel das famílias na promoção da literacia. Módulo 3 – Da Literacia Emergente à Aprendizagem Formal da Leitura e da Escrita (6h) • O que a investigação nos diz sobre a aprendizagem da leitura. • Processos envolvidos na aprendizagem da leitura e da escrita. • Continuidade das práticas pedagógicas entre ciclos. • Estratégias facilitadoras da transição para a aprendizagem formal. • Dificuldades frequentes e formas de prevenção precoce. Módulo 4 – Práticas Pedagógicas Articuladas (5h) • Conceção de atividades e recursos de articulação. • Sequências de aprendizagem integradas. • Projetos colaborativos entre Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo. • Partilha e análise de práticas. • Construção de materiais pedagógicos. Módulo 5 – Avaliação e Planeamento da Transição (4h) • Avaliação formativa ao serviço da aprendizagem. • Recolha e partilha de informação relevante entre ciclos. • Estratégias de acompanhamento da transição. • Elaboração de um Plano de Articulação entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo • Reflexão crítica sobre as práticas profissionais.

Metodologias

A ação assenta numa metodologia ativa e participativa, centrada na reflexão sobre a prática profissional, na colaboração entre pares e na construção de recursos pedagógicos. As sessões combinarão momentos de enquadramento teórico com atividades práticas. Serão privilegiadas estratégias que promovam a interação entre educadores de infância e professores do 1.º Ciclo, favorecendo a partilha de experiências e a construção de uma visão comum sobre o desenvolvimento da literacia. Os participantes serão envolvidos na: • Análise de documentos curriculares e referenciais orientadores; • Discussão de situações práticas e estudos de caso; • Conceção de atividades e recursos de articulação entre ciclos; • Construção de propostas pedagógicas articuladas e do Plano de Articulação entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo; • Reflexão crítica sobre práticas profissionais; • Partilha de experiências e feedback entre pares. Serão utilizadas ferramentas digitais que possibilitem a interação presencial, síncrona e assíncrona, o desenvolvimento de tarefas práticas durante as sessões e a construção conjunta de recursos pedagógicos.

Avaliação

A avaliação dos formandos será contínua e incidirá sobre o nível de participação, o envolvimento nas atividades propostas e a qualidade dos trabalhos desenvolvidos ao longo da ação. Serão considerados os seguintes parâmetros: • Participação nas sessões de formação e nas atividades colaborativas; • Qualidade das reflexões e contributos apresentados durante os momentos de discussão; • Conceção e desenvolvimento das tarefas práticas realizadas ao longo da ação; • Elaboração e apresentação do produto final. O produto final consistirá na construção de um Plano de Articulação entre a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo, integrando estratégias promotoras do desenvolvimento da literacia e da continuidade educativa. No final da ação, cada formando elaborará uma breve reflexão crítica individual sobre o percurso formativo realizado. A classificação final será expressa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com os critérios de avaliação legalmente definidos, tendo em consideração os parâmetros anteriormente definidos.

Bibliografia

Dehaene, S. (2020). Aprender a Ler: Das Ciências Cognitivas à Sala de Aula.Viana, F. L., Ribeiro, I. & Batista, A. (2014). Falar, Ler e Escrever.Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação.Ministério da Educação (2018). Aprendizagens Essenciais – Português – Ensino Básico. Lisboa: Direção-Geral da Educação.Sim-Sim, I., Silva, A. C. & Nunes, C. (2008). Linguagem e Comunicação no Jardim de Infância.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-10-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 26-10-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 09-11-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
4 16-11-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 17-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online assíncrona
6 30-11-2026 (Segunda-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
7 01-12-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online assíncrona
8 10-12-2026 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
9 14-12-2026 (Segunda-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona

Ref. 278STEM01 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136295/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 20 de Outubro de 2026

Fim: 23 de Fevereiro de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Nelson Carlos Marques Alves Correia

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

Nos últimos anos, a integração de tecnologias educativas tem-se tornado uma prioridade no sistema educativo português, com a implementação de Laboratórios de Educação Digital (LED) como instrumentos de inovação pedagógica. Estes são espaços inovadores que promovem o suporte à aprendizagem através de recursos e equipamentos tecnológicos, aplicáveis em todas as disciplinas do currículo, promovendo o desenvolvimento das Aprendizagens Essenciais e das competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Uma das componentes dos LED, incluem recursos essenciais na área das STEM, para o desenvolvimento de competências digitais e tecnológicas dos alunos. Esta formação permite que os docentes se familiarizem com equipamentos como: Microscópio, Vídeo-câmara Ocular, sensores, kits de energias renováveis e de robótica, entre outros, utilizando-os para criar cenários de aprendizagem interdisciplinares que alinham as áreas disciplinares do currículo do ensino básico com as competências do século XXI, como a resolução de problemas, o pensamento crítico, colaboração e criatividade. Além das STEM, a formação incentiva a aplicação dos dispositivos tecnológicos em disciplinas como a Cidadania e Desenvolvimento, Matemática, Ciência da Natureza, Física e Química, Geografia, Educação Visual, TIC, entre outras, criando uma abordagem integradora e inclusiva, adaptável aos diversos ciclos do ensino básico e do ensino secundário. A prática pedagógica centrada nestas tecnologias permite um ensino mais ativo e contextualizado, alinhado com os objetivos do Plano de Ação para a Transição Digital e com os laboratórios LED, em que se pretende promover a articulação vertical e horizontal do currículo.

Objetivos

1. Desenvolver estratégias de gestão curricular que fomentem a intencionalidade pedagógica e a adequação ao perfil dos alunos, 2. Promover uma aprendizagem significativa e contextualizada, através de projetos práticos e interdisciplinares que envolvam diversas áreas disciplinares, como a Cidadania e Desenvolvimento, Matemática, Ciência da Natureza, Física e Química, Geografia, Educação Visual, TIC, entre outra. 3. Capacitar os professores para desenhar, implementar e avaliar cenários de aprendizagem alinhados com o Plano de Transformação Digital e as aprendizagens essenciais, respondendo às necessidades específicas dos alunos do ensino básico e secundário. 4. Compreender a importância de potenciar a utilização dos espaços de aprendizagem flexíveis quando se pensa, implementa e avalia a ação educativa.

Conteúdos

• STEM e o potencial da tecnologia para transformar as práticas educativas; • Exploração do Laboratório de Energias Renováveis para a produção de energias limpas; • Exploração do Kit de Hidrogénio: • Exploração do Kit de Energia Solar; • Exploração do Kit de Energia Eólica; • Exploração do Robot Kit Explorer: • Exploração e interligação com sensores; • Programação do Kit com Robot; • Exploração de repositórios online; • Construção de cenários de aprendizagem; • Planificação de atividades para aplicação em contexto de sala de aula; • Apresentação/partilha, reflexão e discussão de atividades. A abordagem destes conteúdos será concretizada de acordo com a seguinte planificação: • Apresentação e introdução aos conteúdos da formação, bem como dos critérios de avaliação – 3h; • Desenvolvimento de uma atividade usando o Kit de Hidrogénio – 2,5h; • Desenvolvimento de uma atividade usando o Kit de Energia Solar – 2,5h; • Desenvolvimento de uma atividade usando o Kit de Energia Eólica – 2,5h; • Montagem e programação do Robot Kit Explorer – 2,5h; • Programação e simulação do Kit com Robot usando uma aplicação de programação online – 3h; • Planificação de uma atividade para aplicação em contexto de sala de aula – 6h; • Apresentação/partilha, reflexão e discussão dos trabalhos desenvolvidos durante a formação – 3h.

Metodologias

As sessões serão teórico/práticas, realizadas em regime presencial. Ao longo da ação, procurar-se-á refletir sobre os desafios e oportunidades associados à implementação dos STEM nas práticas pedagógicas em sala de aula. As sessões terão carácter predominantemente prático, com momentos expositivos/demonstrativos. Pretende-se uma metodologia de aprendizagem por execução de tarefas. As atividades integradoras serão desenvolvidas com a preocupação de manter ligação com os contextos profissionais dos formandos.

Avaliação

Os formandos devem frequentar, pelo menos, 2/3 do número de horas da ação. A classificação dos formandos será feita por níveis de desempenho na escala de 1 a 10, com a menção qualitativa de: 1 a 4,9 valores – Insuficiente; 5 a 6,4 valores – Regular; 6,5 a 7,9 valores – Bom; 8 a 8,9 valores – Muito Bom; 9 a 10 valores - Excelente. A avaliação individual dos formados terá em conta os seguintes itens: Participação nas sessões (10%) Realização das tarefas ao longo da formação (30%) Qualidade dos cenários de aprendizagem desenvolvidos e aplicados (60%)

Bibliografia

BBC Microbit Education Foundation. Getting Started with Microbit Projects. Disponível em: https://microbit.org/Arduino Education. Resources for Schools. Disponível em: https://www.arduino.cc/educationRaspberry Pi Foundation. Projects and Resources. Disponível em: https://projects.raspberrypi.org/LEGO Education. SPIKE Prime Resources. Disponível em: https://education.lego.com/Direção-Geral da Educação. Laboratórios de Educação Digital. Disponível em: https://led.dge.medu.pt


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 20-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
2 27-10-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
3 10-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
4 17-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
5 24-11-2026 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
6 05-01-2027 (Terça-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
7 12-01-2027 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Presencial
8 19-01-2027 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online assíncrona
9 16-02-2027 (Terça-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online assíncrona
10 23-02-2027 (Terça-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Presencial


412

Ref. 299ACD01_26 Prevista

Registo de acreditação: ACD01_26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 21 de Outubro de 2026

Fim: 28 de Outubro de 2026

Regime: e-learning

Local: Agrupamento de Escolas de Alcanena

Formador

Rita Lourenço Alves

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Alcanena/CFAE A23

Enquadramento

A ação visa apoiar a melhoria das competências profissionais dos docentes na implementação de metodologias ativas e centradas no poder pedagógico do brincar com alunos do 1º ciclo do ensino básico, promovendo o envolvimento, a autorregulação e a construção de aprendizagens significativas. A abordagem Learning Through Play e a operacionalização através da Mesa de Criatividade fornecem estratégias concretas para planificação, mediação pedagógica, trabalho colaborativo e avaliação formativa, alinhadas com a necessidade de desenvolver competências transversais (comunicação, criatividade, pensamento crítico e resolução de problemas) em contexto de sala de aula.

Objetivos

• Compreender os princípios do Learning Through Play e o papel do docente na mediação do brincar com intencionalidade pedagógica. • Identificar elementos de uma experiência lúdica de qualidade e relacioná-los com oportunidades de aprendizagem curricular. • Conhecer o funcionamento da Mesa de Criatividade (organização, rotinas, desafios e gestão de materiais/tempos). • Vivenciar e analisar uma prática aplicada, com recurso a LEGO e outros materiais, incluindo momentos de partilha e reflexão. • Selecionar estratégias simples de avaliação formativa (observação, registo de evidências e autoavaliação) para aplicação imediata.

Conteúdos

1) Learning Through Play (aprox. 90 min) • Conceito e princípios: brincar livre vs brincar orientado vs aprendizagem lúdica intencional. • Elementos de uma experiência lúdica de qualidade e implicações para a prática pedagógica. • Mediação docente: design do ambiente, formulação de desafios, questionamento orientador e feedback. • Micro-experiência prática + debrief: o que observar e como tornar a aprendizagem “visível”. 2) Mesa de Criatividade (aprox. 90 min) • Objetivos gerais e pedagógicos da Mesa, estrutura e modalidades de implementação (Atividades, rotinas e enquadramento tutelar). • Modelo de planificação das Atividades: Exploração → Criação → Partilha; reflexão e transferência (“Aplica na tua vida”). • Prática guiada: desafio de construção com critérios (prototipagem, teste/iteração, comunicação e argumentação). • Avaliação formativa: instrumentos rápidos de registo (grelha de observação, questões de reflexão, autoavaliação).


Observações

FORMAÇÃO PROMOVIDA PELA FUNDAÇÃO SANTANDER

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-10-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 19:30 1:30 Online síncrona
2 28-10-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 19:30 1:30 Online síncrona

Ref. 259EDVISUAL-02 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135290/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 21 de Outubro de 2026

Fim: 6 de Janeiro de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Ana Catarina da Luz Coelho

Destinatários

Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos grupos de recrutamento 240 e 600. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O Decreto-Lei n.º 55/2018 tem como desígnio a promoção da inclusão, do sucesso educativo e da qualidade das aprendizagens dos alunos, através de uma maior flexibilidade na gestão curricular e desenvolvimento da educação para a cidadania. Desde a implementação do Decreto-Lei n.º 55/2018, a formação tem-se centrado, maioritariamente, na capacitação dos docentes ao nível das práticas pedagógicas e gestão da sala de aula adequadas à gestão flexível do currículo. Importa, agora, centrar os processos de desenvolvimento profissional em outras áreas, que, em conjunto com a capacitação já implementada, permitirão a consolidação dos 3 objetivos enunciados (Inclusão, Sucesso e Qualidade das aprendizagens). Assim, o desenvolvimento de opções curriculares eficazes, inovadoras e promotoras de qualidade no processo educativo, numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, beneficiará da atualização científica e didática dos docentes. Deste modo, procura-se desenvolver uma formação centrada nas componentes científica e didática dos temas/domínios específicos das Aprendizagens Essenciais (AE), das disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, em articulação com as áreas de competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA), concretizando-se o entendimento sobre a construção curricular em vigor.

Objetivos

Promover a atualização científica e didática dos docentes em temas/domínios da(s) disciplina(s); Analisar as implicações práticas do PA no desenvolvimento curricular, bem como compreender a relação entre as AE e o PA; Promover a utilização e a partilha de recursos e materiais pedagógicos concebidos durante o curso, de dispositivos e instrumentos com diversidade gráfica e expressiva que incentivem a utilização de estratégias ativas e inclusivas, em contexto de sala de aula; Desenvolver atividades específicas que incentivem a uma abordagem pedagógica centrada na pesquisa, na experiência e na exploração de ambientes diferenciados. Valorizar o papel das Artes como promotor do desenvolvimento integral dos alunos, na sua relação consigo, com os outros e com o meio; Valorizar as disciplinas de educação visual e educação tecnológica na sua individualidade e na relação com as demais áreas do conhecimento.

Conteúdos

Módulo 1 – Currículo: dos referenciais à gestão (2,5 horas) Conceitos e perspetivas curriculares (articulação PA/AE/Inclusão/ENEC/ desenvolvimento de competências digitais dos alunos no processo de aprendizagem) O PA e as suas implicações práticas na gestão curricular (exploração do ponto 6 do PA); As AE e a sua articulação com as áreas de competências do PA (ações estratégicas das AE de cada disciplina). Ao longo do desenvolvimento dos módulos deve prever-se estratégias e atividades com vista ao recurso a ferramentas digitais por parte dos alunos. Módulo 2 – Narrativas visuais (5h) Apropriação e reflexão: Utilizar a linguagem das artes visuais (cor, forma, linha, textura, padrão, proporção e desproporção, plano, luz, espaço, volume, movimento, ritmo, matéria, entre outros), na construção de projetos multiculturais (estilos e movimentos artísticos, épocas e geografias). Módulo 3 – Diversidade cultural (5h) Apropriação e reflexão: contextualização de manifestações culturais do património selecionado (obras e artefactos de arte – pintura, escultura, desenho, assemblage, colagem, fotografia; instalação, land´art, banda desenhada, design, arquitetura, artesanato, multimédia ou linguagens cinematográficas) para a construção de projetos. Módulo 4 – Olhar, ver e fazer (5h) Interpretação e comunicação: Utilização de diferentes meios e processos (pintura, escultura, desenho, fotografia, multimédia, entre outros) na transformação de narrativas visuais, criando modos de interpretação. Módulo 5 - Interpretação Visual na comunidade (5h) Interpretação e comunicação: Aplicação dos conceitos da comunicação visual para analisar, interpretar e intervir na comunidade, reconhecendo o papel das artes nas mudanças sociais. Módulo 6 - Exploração de materiais (5h) Experimentação e criação: Exploração de diversos materiais do quotidiano para a criação de produtos de comunicação visual, explorando conceitos de (luz, cor, espaço, forma, movimento, ritmo; proporção, desproporção, entre outros). Módulo 7 – Planear e registar (5h) Exploração e criação: exploração de diferentes processos de registo (ex.: diários gráficos), e de planeamento (ex.: projeto, portefólio). Seleção de um processo de planeamento e registo em trabalhos interdisciplinares. Módulo 8 – Ferramentas Digitais (5h) Abordagem às ferramentas digitais como processo de intencionalidades expressivas e tecnológicas, através de meios digitais de edição de imagem e de edição 3D. Módulo 9 – Exploração de Linguagens e Recursos na Educação Tecnológica (5h) A sustentabilidade ambiental: seleção de materiais para criação de soluções tecnológicas através da reutilização ou reciclagem de materiais. Partilha de projetos. Módulo Final - (2,5 horas) – Reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos.

Metodologias

O curso é constituído por 10 módulos (2 obrigatórios e 8 opcionais): Módulo 1 e módulo final – Obrigatórios e presenciais O módulo administrado em terceiro lugar tem de ter obrigatoriamente 5 horas presenciais. Os módulos opcionais são definidos tendo por referência temas/domínios sinalizados pelas escolas/formandos que irão participar na turma de formação. Cada turma de formação frequentará um conjunto de módulos que permita totalizar 25 horas de formação em b-learning. Na última sessão presencial haverá uma reflexão final sobre os conteúdos da ação e os trabalhos realizados pelos formandos. Presencial/b-learning: • Reflexão, análise e discussão com recurso a diferentes fontes, alternando-se entre trabalho em pequeno e grande grupo • Elaboração de trabalhos (planificação/tarefa/atividade) a integrar na sua prática letiva.

Avaliação

A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a realização e discussão das tarefas propostas nas sessões, a elaboração e reflexão sobre tarefas concebidas e o trabalho final elaborado pelos formandos. O trabalho final deverá conter uma reflexão escrita individual sobre a formação e a sua participação na mesma, a identificação das aprendizagens realizadas e capacidades desenvolvidas, bem como, em anexo, uma planificação/tarefa/atividade no âmbito de cada um dos domínios/temas abordados.

Bibliografia

Decreto-Lei n.º 55/2018, do Ministério da Educação (2018). Diário da República, I série – n.º 129. https://files.dre.pt/1s/2018/07/12900/0291802928.pdfDGE. (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação/DGE.CURRÍCULO DO ENSINO BÁSICO E DO ENSINO SECUNDÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DE APRENDIZAGENS ESSENCIAIS BASEADAS NO PERFIL DOS ALUNOS. Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/ae_documento_enquadrador.pdfAprendizagens Essenciais. Disponível em https://www.dge.mec.pt/aprendizagens-essenciais-0Arnheim, R. (1997). Arte & percepção visual: Uma psicologia da visão criadora. São Paulo: Livraria Pioneira Editora.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
2 28-10-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
3 04-11-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
4 11-11-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
5 18-11-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial
6 25-11-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
7 02-12-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
8 09-12-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
9 16-12-2026 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
10 06-01-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Presencial


415

Ref. 256AMB_INC_INOV-12 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-134443/25

Modalidade: Oficina de Formação

Duração: 50,0 horas (25,0 horas presenciais + 25,0 horas de trabalho autónomo)

Início: 10 de Dezembro de 2026

Fim: 22 de Março de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária do Entroncamento

Formador

Ana Paula de Brites Mourão

Cláudia Margarida Brito Freire

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e do grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e do grupo de recrutamento 360. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica, para efeitos de progressão na carreira docente de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário, de Educação Especial e do grupo de recrutamento 360.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas/os práticas pedagógicas, interfaces comunicativas, fundamentos humanistas em que todos são parte do sistema e desenvolvem um diálogo igualitário, um pensamento e uma consciência próprios. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha orientem os agentes educativos para a inclusão. Esta formação procura apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas inclusivas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

• Explorar os documentos legislativos (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas mais inclusivas • Aplicar colaborativamente os princípios subjacentes ao desenho universal para a aprendizagem e à abordagem multinível • Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e a diversidade de todos alunos • Conceber instrumentos de suporte à recolha de informação que contribuam para a tomada de decisão. • Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar – Planear – Agir - Rever • Produzir e aplicar em contexto de sala de aula instrumentos de avaliação e planificação das aprendizagens • Partilhar experiências facilitadoras do um processo ensino-aprendizagem inclusivo • Explorar colaborativamente práticas educativas inovadoras

Conteúdos

Módulo 1. Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração integrada dos documentos de política educativa (Decreto- Lei n.º 54/2018, Decreto-Lei n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, Aprendizagens Essenciais) Módulo 2. Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (DUA) Módulo 3. Valorização da diversidade em sala de aula – criação e partilha de recursos • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico • O que ensinar e porquê, como, quando, com que prioridades, com que meios, com que organização e com que resultados: exercícios práticos Módulo 4. Avaliação formativa enquanto processo regulador do ensino e da aprendizagem • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino

Metodologias

Presencial: A metodologia de formação é de cariz teórico-prática, propondo-se dinâmicas que visam encorajar o envolvimento dos participantes em atividades de aprendizagem, partilha e reflexão sobre a temática, com vista à otimização e concretização dos objetivos propostos para esta ação de formação, em regime de frequência b-learning, nomeadamente: - Apresentação de conteúdos e conceitos; - Partilha de experiências; - Trabalho(s) de grupo; - Reflexão e debate de ideias; Trabalho Autónomo: No desenvolvimento do trabalho autónomo pretende-se que os formandos apliquem instrumentos e conhecimentos adquiridos, no âmbito da formação, em contexto escola/sala de aula, tendo presente o ciclo: avaliar o contexto, planear, aplicar, rever, ajustar. Trabalho autónomo (25h)

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N. (2021), Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora.European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders • Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education Acesso em 02/02/2022


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-12-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial
2 17-12-2026 (Quinta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
3 11-01-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
4 18-01-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
5 25-01-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
6 15-02-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
7 08-03-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 21:00 3:30 Presencial
8 22-03-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Presencial


409

Ref. 202PP_INCLUS-31 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-133753/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 6 de Janeiro de 2027

Fim: 7 de Abril de 2027

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária Dr. Solano de Abreu

Formador

Susana Margarida Henriques da Costa Ferreira

Destinatários

Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023, a ação de formação releva na dimensão científico-pedagógica, para efeitos de progressão na carreira docente de Educadores de Infância, Professores dos Ensinos Básico, Secundário e Professores de Educação Especial e grupo de recrutamento 360.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

O enquadramento legal da educação inclusiva e as orientações sobre a recuperação das aprendizagens constituem um enorme desafio para novas práticas inclusivas em sala de aula, bem como novas metodologias que promovam as aprendizagens de todos os alunos. Assim, há que criar ambientes seguros e estimulantes nas escolas para que o diálogo, a reflexão e a partilha desbravem o caminho e orientem todos os agentes educativos para as mudanças a realizar. Esta ação de formação procura contribuir para uma reflexão crítica sobre os desafios da diversidade, bem como apoiar a operacionalização de práticas pedagógicas ajustadas para que os alunos sejam melhores aprendentes e o professor melhor ensinante, definindo com maior acuidade as ações bem como as evidências a identificar em contexto de sala de aula. A presente ação insere-se no processo de concretização do Projeto Educação Inclusiva 21-23 e do plano integrado para a recuperação das aprendizagens dos alunos do ensino básico e secundário, Plano 21|23 Escola+.

Objetivos

Explorar os documentos legislativos (DL n.º 54/2018 e 55/2018, PASEO, Aprend. Essenciais) e de apoio à prática letiva de forma integrada, identificando implicações para a organização de práticas pedagógicas mais inclusivas Consolidar o conhecimento sobre os modelos de enquadramento à operacionalização da educação inclusiva nas suas características essenciais Planear com intencionalidade estratégica, organizando a dinâmica pedagógica, conciliando as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos (Desenho Universal para a Aprendizagem) Aprofundar o conhecimento sobre metodologias e estratégias pedagógicas inclusivas e inovadoras Consolidar a implementação do ciclo: Avaliar–Planear–Agir– Rever para a inclusão Promover a avaliação como parte integrante da gestão inclusiva do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens Reforçar competências de trabalho colaborativo, reflexivo e de resolução de problemas entre os profissionais

Conteúdos

Módulo 1 - Impacto das orientações de política educativa nas práticas pedagógicas • Exploração de documentos legislativos (DL n.º 54/2018, DL n.º 55/2018, Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória e Aprendizagens Essenciais) de apoio à prática letiva de forma integrada, destacando-se a reflexão e a análise de práticas sobre: o os valores e princípios de base humanista, onde o aluno assume a centralidade da ação; o a gestão inclusiva, integrada, flexível e articulada do currículo; o o recurso a modelos de intervenção e modelos pedagógicos de resposta à diversidade e de promoção de uma educação de qualidade para todos os alunos; o a valorização da avaliação como parte integrante da gestão do currículo e instrumento ao serviço do ensino e das aprendizagens; o a voz dos alunos e das suas famílias, aumentando os seus níveis de participação. Módulo 2 - Ambientes educativos inclusivos - opções metodológicas • Práticas de ensino e intervenção diferenciadas, em função do perfil de competências dos alunos. • Estratégias de antecipação da diversidade em sala de aula, com recurso a ambientes de aprendizagem flexíveis e centrados no aluno (Desenho Universal para a Aprendizagem). Módulo 3 – Gerir a diversidade em sala de aula • Gestão da diversidade em sala de aula atendendo à participação e aprendizagem efetivas de todos os alunos – partilha de práticas. • Mecanismos de planeamento e gestão curricular com caráter intencional e estratégico, que conciliem as aprendizagens a desenvolver e as características de todos alunos. Módulo 4 – Avaliação como processo regulador do ensino e da aprendizagem • Caráter contínuo e sistemático da avaliação, ao serviço das aprendizagens, enquanto processo regulador do ensino e das aprendizagens. • Planificação intencional da avaliação formativa tendo como objetivos melhorar os resultados das aprendizagens e ajustar o processo de ensino. • O feedback como uma das dimensões indispensáveis à aplicação prática da avaliação formativa na sala de aula.

Metodologias

Nesta formação, em regime de frequência e-learning, serão abordados os conteúdos recorrendo a metodologias ativas de ensino e de aprendizagem. Será privilegiado o trabalho em pequeno e grande grupo com momentos de reflexão e de discussão restrita e alargada. Nas sessões, devem ser definidos tempos de partilha e de reflexão em torno das experiências e das práticas dos formandos, devendo o formador ter um papel ativo na ligação das práticas às políticas educativas de inclusão. Os docentes devem ser desafiados à revisão das suas práticas pedagógicas de acordo com os referenciais normativos em vigor. Elaboração de trabalho/reflexão final individual em função dos interesses e preferências dos formandos.

Avaliação

Aplicação do determinado no regime Jurídico da Formação Contínua de professores, Decreto-lei nº 22/2014, de 11 de fevereiro, conjugado com o Despacho nº 4595/2015, de 6 de maio e com o “Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação Contínua. A classificação de cada formando será realizada na escala de 1 a 10 conforme indicado no Despacho n.º 4595/2015, de 6 de maio, respeitando todos os dispositivos legais da avaliação contínua e tendo por base a participação/contributos e o trabalho final individual elaborado pelos formandos.

Bibliografia

DGE (2018), Para uma educação inclusiva: Manual de Apoio à Prática Disponível em https://www.dge.mec.pt/sites/default/files/EEspecial/manual_de_apoio_a_pratica.pdf Acesso 02/02/2022Cosme, A., Lima L., Ferreira D., Ferreira N., Metodologias, métodos e situações de aprendizagem: propostas e estratégias de ação : ensino básico, ensino secundário,1ª ed. - Porto: Porto Editora, 2021.European Agency for Special Needs and Inclusive Education (2018), Key Actions for Raising Achievement, Guidance for Teachers and Leaders Disponível em https://www.european-agency.org/sites/default/files/Key%20Actions%20for%20Raising%20Achievement.pdf Acesso 02/02/2022Fernandes, D. (2021). Para uma Fundamentação e Melhoria das Práticas de Avaliação Pedagógica no Âmbito do Projeto MAIA, Texto de Apoio à formação - Projeto de Monitorização, Acompanhamento e Investigação em Avaliação Pedagógica (MAIA). Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação. Acesso 02/02/2022UNESCO (2022). REACHING OUT TO ALL LEARNERS: a resource pack for supporting inclusion and equity in education. Geneva: UNESCO – IBE. Disponível em: http://www.ibe.unesco.org/en/news/reaching-out-all-learners-resource-pack-supporting-inclusion-and-equity-education.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 06-01-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
2 13-01-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
3 20-01-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
4 27-01-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
5 17-02-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
6 24-02-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
7 03-03-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
8 10-03-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
9 17-03-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona
10 07-04-2027 (Quarta-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online síncrona


408

Ref. 330BCP-01 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141149/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 7 de Janeiro de 2027

Fim: 2 de Fevereiro de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Dr. Solano de Abreu - Abrantes

Formador

Henrique Filipe Henriques dos Santos

Destinatários

Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100)

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100). 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As OCEPE conceptualizam a criança como sujeito e agente do seu próprio processo de desenvolvimento e aprendizagem, um ser único que constrói o conhecimento na interação com os outros e com o meio. Neste referencial, o brincar não é um passatempo nem uma atividade secundária, mas sim a matriz basilar do desenvolvimento da criança. Este curso justifica-se pela necessidade de dotar os Educadores de Infância de competências para operacionalizar a transversalidade das áreas de conteúdo através do jogo. O planeamento pedagógico deixa de ser uma imposição rígida do adulto e passa a basear-se numa escuta ativa e observação intencional das brincadeiras das crianças. Trata-se de transformar o "jogo livre" numa fonte rigorosa de evidências para a diferenciação pedagógica e para a progressão das aprendizagens.

Objetivos

• Compreender o brincar como fundamento das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) e base da ação educativa. • Desenvolver técnicas e ferramentas de observação e registo do brincar e da atividade lúdica guiada. • Planear ambientes educativos intencionais que estimulem diferentes tipologias de jogo. • Fundamentar cientificamente perante a comunidade educativa (colegas, direções, pais) a importância do jogo livre como atividade curricular de pleno direito. • Desenvolver contextos espaciais inclusivos e flexíveis que estimulem o pensamento crítico, a resiliência e a criatividade através do brincar. • Adotar uma postura de escuta ativa, minimizando a sua intervenção intrusiva no jogo, atuando antes como um mediador e facilitador que desafia e expande as descobertas da criança.

Conteúdos

1 - Fundamentos (3h Presenciais): O jogo como base do desenvolvimento curricular e a imagem da criança nas OCEPE. 2 - Ambiente Educativo (4h online síncronas): Organização do espaço para potenciar a iniciativa da criança e a exploração de materiais. 3 - Observação Participante (4h online síncronas): Técnicas de registo do jogo autónomo e a fluidez da ação em contexto lúdico. 4 - Planeamento em Diálogo (4h online síncronas): Como as descobertas da criança no jogo alimentam e guiam o planeamento do educador. 5 - Documentação Pedagógica em Oficina (3h Presenciais): Oficina prática de análise e triagem de registos recolhidos no terreno. 6 - Avaliação e Progressão (4h online síncronas): Analisar progressos por via da observação, eliminando a lógica formal do registo estanque. 7 - Oficina Prática e Seminário (3h Presenciais): Construção orientada de instrumentos de registo e partilha/discussão final de propostas.

Metodologias

A ação organiza-se em modelo híbrido. As sessões online síncronas (16 horas) asseguram a forte componente de fundamentação teórica das OCEPE, o debate conceitual, a análise de modelos de planeamento e a discussão sobre a avaliação formativa. As sessões presenciais (9 horas), concentradas estrategicamente em formato de oficina de trabalho, são dedicadas exclusivamente à prática oficinal, ao manuseamento de evidências pedagógicas e à cocriação partilhada de dispositivos de documentação.

Avaliação

A avaliação dos formandos rege-se pelos regulamentos do CCFCP e pela legislação em vigor para a formação contínua de professores (Decreto-Lei n.º 22/2014): Condição de Assiduidade: Frequência mínima obrigatória de 2/3 das horas totais da ação. Critérios de Avaliação (Escala Quantitativa de 1 a 10 valores): Participação nas Sessões (40%): Envolvimento nas dinâmicas práticas, pertinência das intervenções e realização das tarefas em oficina. Trabalho Final (60%): Elaboração e entrega de um documento de reflexão crítica individual e proposta de intervenção fundamentada no respetivo contexto profissional.

Bibliografia

Brougère, G. (2002). Jogo e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas.Nóvoa, A. (2009). Professores: Imagens do Futuro Presente. Lisboa: Educa.Portugal, Ministério da Educação. (2021). Planear e Avaliar na Educação Pré-Escolar: Contributos para a Reflexão Prática. Lisboa: Direção-Geral da Educação (DGE).Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L., & Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE).Formosinho, J. (Org.). (2016). Modelos Curriculares para a Educação de Infância: Construindo uma Práxis de Participação. Porto: Porto Editora.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-01-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 11-01-2027 (Segunda-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
3 18-01-2027 (Segunda-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
4 20-01-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 21:00 4:00 Online síncrona
5 26-01-2027 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 28-01-2027 (Quinta-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
7 02-02-2027 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

Ref. 327LOV-01 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141890/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 14 de Janeiro de 2027

Fim: 18 de Março de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária de Maria Lamas - Torres Novas

Formador

Elisabete Ferreira Neves

Destinatários

Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 110, 200, 210 e 220. 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A leitura constitui uma competência fundamental para o sucesso escolar, para a aprendizagem ao longo da vida e para a participação plena na sociedade. No entanto, aprender a ler não significa apenas descodificar palavras. A verdadeira finalidade da leitura reside na construção de significado, na capacidade de compreender, interpretar, refletir e utilizar a informação presente nos textos. Diversos estudos têm evidenciado que um número significativo de alunos apresenta dificuldades ao nível da compreensão leitora, comprometendo o desempenho académico em diferentes áreas do currículo. Os resultados de avaliações internacionais, como o PIRLS, continuam a demonstrar a necessidade de reforçar práticas pedagógicas que promovam uma leitura cada vez mais consciente, estratégica e compreensiva. A investigação tem igualmente demonstrado que a compreensão leitora resulta da interação entre múltiplos fatores, nomeadamente a descodificação, a fluência, o vocabulário, os conhecimentos prévios, a capacidade inferencial e a monitorização da compreensão. A presente ação pretende proporcionar aos docentes conhecimentos atualizados sobre os processos envolvidos na leitura e na compreensão leitora, bem como estratégias pedagógicas diversificadas e fundamentadas na evidência científica, passíveis de aplicação imediata em contexto de sala de aula. Inserida no plano de formação da entidade proponente, esta ação visa contribuir para o desenvolvimento profissional dos docentes, promovendo práticas de ensino da leitura mais eficazes e potenciadoras da formação de leitores autónomos, críticos e competentes, em consonância com as AE e com o PASEO.

Objetivos

• Compreender os processos cognitivos envolvidos na aprendizagem da leitura e da compreensão leitora. • Reconhecer a relação entre descodificação, fluência leitora, vocabulário, conhecimentos prévios e compreensão. • Identificar fatores que influenciam o desenvolvimento da compreensão leitora nos diferentes anos de escolaridade. • Analisar resultados de avaliação da leitura e da compreensão leitora, identificando dificuldades e necessidades de intervenção. • Conhecer estratégias de ensino explícito promotoras da compreensão leitora. • Desenvolver práticas pedagógicas que favoreçam a construção de inferências, a monitorização da compreensão e a reflexão crítica sobre os textos. • Conceber atividades, recursos e sequências didáticas orientadas para o desenvolvimento da compreensão leitora. • Integrar estratégias de avaliação formativa no ensino da leitura. • Refletir criticamente sobre as práticas de ensino da leitura e da compreensão leitora, identificando oportunidades de melhoria. • Promover a formação de leitores autónomos, críticos e capazes de utilizar a leitura como ferramenta de aprendizagem.

Conteúdos

Módulo 1 – Compreender a Leitura: O que nos Diz a Ciência (4h) • Como aprende o cérebro a ler. • A leitura como construção de significado. • O Modelo Simples da Leitura. • Relação entre descodificação, fluência e compreensão. • Contributos da investigação para a prática pedagógica. Módulo 2 – Os Alicerces da Compreensão Leitora (5h) • Fluência leitora e compreensão. • Desenvolvimento do vocabulário. • Conhecimentos prévios e construção de significado. • Inferências e pensamento crítico. • Monitorização da compreensão. Módulo 3 – Estratégias de Ensino Explícito da Compreensão Leitora (6h) • Antes, durante e após a leitura. • Ativação de conhecimentos prévios. • Formulação de previsões. • Questionamento e autorregulação da leitura. • Construção de inferências. • Identificação de ideias principais. • Resumo e reorganização da informação. • Organizadores gráficos e mapas conceptuais. Módulo 4 – Práticas Pedagógicas para Formar Leitores Competentes (6h) • Leitura orientada e leitura partilhada. • Leitura dialogada. • Diferenciação pedagógica no ensino da leitura. • Utilização de textos literários e informativos. • Desenvolvimento do gosto pela leitura. • Recursos digitais de apoio à leitura e compreensão. Módulo 5 – Avaliar para Melhorar a Compreensão Leitora (4h) • Avaliação formativa da leitura. • Instrumentos de avaliação da compreensão leitora. • Análise de dificuldades e planeamento da intervenção. • Construção de um Plano de Promoção da Compreensão Leitora. • Reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas.

Metodologias

A ação assenta numa metodologia ativa, reflexiva e colaborativa, centrada na aplicação prática dos conhecimentos adquiridos e na transferência das aprendizagens para os contextos educativos dos formandos. As sessões de formação combinarão momentos de enquadramento teórico com atividades práticas, promovendo a participação ativa dos formandos na análise, experimentação e construção de estratégias de promoção da compreensão leitora. Ao longo da ação serão privilegiadas metodologias que favoreçam a reflexão crítica sobre as práticas pedagógicas e o trabalho colaborativo entre pares, nomeadamente: • Análise e discussão de referenciais curriculares e resultados de investigação; • Estudo e análise de casos reais; • Partilha de práticas pedagógicas; • Exploração e experimentação de estratégias de compreensão leitora; • Construção de materiais e recursos didáticos; • Trabalho colaborativo em pequenos grupos; • Reflexão orientada sobre a prática profissional; • Apresentação e discussão de propostas pedagógicas.

Avaliação

A avaliação dos formandos será contínua e incidirá sobre o grau de participação, o envolvimento nas atividades propostas e a qualidade dos trabalhos desenvolvidos ao longo da ação. Serão considerados os seguintes parâmetros: • Participação nas sessões de formação e nas atividades colaborativas; • Qualidade das reflexões e contributos apresentados durante os momentos de discussão; • Conceção e desenvolvimento das tarefas práticas realizadas ao longo da ação; • Elaboração e apresentação do produto final. O produto final a elaborar consistirá na construção de um Plano de Promoção da Compreensão Leitora, integrando objetivos, estratégias, atividades e formas de avaliação promotoras do desenvolvimento da compreensão leitora. No final da ação, cada formando elaborará uma breve reflexão crítica individual sobre o percurso formativo realizado. A classificação final será expressa na escala de 1 a 10 valores, de acordo com a legislação em vigor, tendo em consideração os parâmetros referenciados.

Bibliografia

Dehaene, S. (2020). Aprender a Ler: Das Ciências Cognitivas à Sala de Aula. Porto Alegre: Penso.Giasson, J. (2000). A Compreensão na Leitura. Porto: Asa.Ministério da Educação (2017). Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. Lisboa: Ministério da Educação.Ministério da Educação (2018). Aprendizagens Essenciais – Português – Ensino Básico. Lisboa: Direção-Geral da Educação.Viana, F. L., Ribeiro, I. & Baptista, A. (2010). A Leitura no Ensino Básico: Compreensão, Avaliação e Estratégias de Intervenção. Braga: Universidade do Minho.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-01-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 21-01-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
3 18-02-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
4 25-02-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
5 01-03-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online assíncrona
6 04-03-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Online síncrona
7 08-03-2027 (Segunda-feira) 17:30 - 20:00 2:30 Online assíncrona
8 11-03-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
9 18-03-2027 (Quinta-feira) 17:30 - 19:30 2:00 Online síncrona

Ref. 330BCP-02 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-141149/26

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 11 de Fevereiro de 2027

Fim: 9 de Março de 2027

Regime: b-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas- Torres Novas

Formador

Henrique Filipe Henriques dos Santos

Destinatários

Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100)

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100). Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Educadores de Infância (Grupo de Recrutamento 100). 

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

As OCEPE conceptualizam a criança como sujeito e agente do seu próprio processo de desenvolvimento e aprendizagem, um ser único que constrói o conhecimento na interação com os outros e com o meio. Neste referencial, o brincar não é um passatempo nem uma atividade secundária, mas sim a matriz basilar do desenvolvimento da criança. Este curso justifica-se pela necessidade de dotar os Educadores de Infância de competências para operacionalizar a transversalidade das áreas de conteúdo através do jogo. O planeamento pedagógico deixa de ser uma imposição rígida do adulto e passa a basear-se numa escuta ativa e observação intencional das brincadeiras das crianças. Trata-se de transformar o "jogo livre" numa fonte rigorosa de evidências para a diferenciação pedagógica e para a progressão das aprendizagens.

Objetivos

• Compreender o brincar como fundamento das Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar (OCEPE) e base da ação educativa. • Desenvolver técnicas e ferramentas de observação e registo do brincar e da atividade lúdica guiada. • Planear ambientes educativos intencionais que estimulem diferentes tipologias de jogo. • Fundamentar cientificamente perante a comunidade educativa (colegas, direções, pais) a importância do jogo livre como atividade curricular de pleno direito. • Desenvolver contextos espaciais inclusivos e flexíveis que estimulem o pensamento crítico, a resiliência e a criatividade através do brincar. • Adotar uma postura de escuta ativa, minimizando a sua intervenção intrusiva no jogo, atuando antes como um mediador e facilitador que desafia e expande as descobertas da criança.

Conteúdos

1 - Fundamentos (3h Presenciais): O jogo como base do desenvolvimento curricular e a imagem da criança nas OCEPE. 2 - Ambiente Educativo (4h online síncronas): Organização do espaço para potenciar a iniciativa da criança e a exploração de materiais. 3 - Observação Participante (4h online síncronas): Técnicas de registo do jogo autónomo e a fluidez da ação em contexto lúdico. 4 - Planeamento em Diálogo (4h online síncronas): Como as descobertas da criança no jogo alimentam e guiam o planeamento do educador. 5 - Documentação Pedagógica em Oficina (3h Presenciais): Oficina prática de análise e triagem de registos recolhidos no terreno. 6 - Avaliação e Progressão (4h online síncronas): Analisar progressos por via da observação, eliminando a lógica formal do registo estanque. 7 - Oficina Prática e Seminário (3h Presenciais): Construção orientada de instrumentos de registo e partilha/discussão final de propostas.

Metodologias

A ação organiza-se em modelo híbrido. As sessões online síncronas (16 horas) asseguram a forte componente de fundamentação teórica das OCEPE, o debate conceitual, a análise de modelos de planeamento e a discussão sobre a avaliação formativa. As sessões presenciais (9 horas), concentradas estrategicamente em formato de oficina de trabalho, são dedicadas exclusivamente à prática oficinal, ao manuseamento de evidências pedagógicas e à cocriação partilhada de dispositivos de documentação.

Avaliação

A avaliação dos formandos rege-se pelos regulamentos do CCFCP e pela legislação em vigor para a formação contínua de professores (Decreto-Lei n.º 22/2014): Condição de Assiduidade: Frequência mínima obrigatória de 2/3 das horas totais da ação. Critérios de Avaliação (Escala Quantitativa de 1 a 10 valores): Participação nas Sessões (40%): Envolvimento nas dinâmicas práticas, pertinência das intervenções e realização das tarefas em oficina. Trabalho Final (60%): Elaboração e entrega de um documento de reflexão crítica individual e proposta de intervenção fundamentada no respetivo contexto profissional.

Bibliografia

Brougère, G. (2002). Jogo e Educação. Porto Alegre: Artes Médicas.Nóvoa, A. (2009). Professores: Imagens do Futuro Presente. Lisboa: Educa.Portugal, Ministério da Educação. (2021). Planear e Avaliar na Educação Pré-Escolar: Contributos para a Reflexão Prática. Lisboa: Direção-Geral da Educação (DGE).Lopes da Silva, I., Marques, L., Mata, L., & Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE).Formosinho, J. (Org.). (2016). Modelos Curriculares para a Educação de Infância: Construindo uma Práxis de Participação. Porto: Porto Editora.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 11-02-2027 (Quinta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
2 16-02-2027 (Terça-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
3 18-02-2027 (Quinta-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
4 22-02-2027 (Segunda-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
5 24-02-2027 (Quarta-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial
6 02-03-2027 (Terça-feira) 16:30 - 20:30 4:00 Online síncrona
7 09-03-2027 (Terça-feira) 17:00 - 20:00 3:00 Presencial

Ref. 177IA-03 Prevista

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-130034/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25,0 horas

Início: 19 de Fevereiro de 2027

Fim: 7 de Abril de 2027

Regime: e-learning

Local: Escola Secundária Maria Lamas

Formador

Ricardo Nuno Lopes Cruz Ferreira

Destinatários

Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial. Para efeitos de aplicação do artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação não releva para efeitos de progressão em carreira. No âmbito do Despacho n.º 4840/2023, publicado a 21 de abril de 2023 a ação de formação, releva na dimensão científico-pedagógica para a progressão da carreira docente Professores dos Ensinos Básico e Secundário e Professores de Educação Especial.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A formação contínua dos professores no contexto atual é crucial para que os profissionais se adaptem às inovações tecnológicas e pedagógicas, particularmente no uso de ferramentas como o ChatGPT. Estas tecnologias emergentes representam um potencial revolucionário na educação, oferecendo novos caminhos para a personalização do ensino e a automatização de tarefas rotineiras. O desenvolvimento desta ação de formação está alinhado com a necessidade de os docentes se manterem atualizados perante as rápidas mudanças tecnológicas e pedagógicas que caracterizam o século XXI. A integração destas ferramentas no contexto educativo não só enriquece as práticas pedagógicas, mas também prepara os alunos para um futuro cada vez mais digitalizado e interconectado. Esta formação é uma resposta proativa às transformações do ensino e aprendizagem, promovendo a eficácia educativa e o desenvolvimento profissional contínuo dos professores. Através desta ação, os docentes poderão aprofundar conhecimentos, desenvolver competências e aplicar de forma efetiva as tecnologias de inteligência artificial na prática pedagógica, contribuindo para uma educação mais inovadora e adaptada aos desafios do presente e do futuro.

Objetivos

1. Adquirir uma compreensão profunda dos desafios e oportunidades apresentados pela inteligência artificial generativa (IAG), relacionando-os com o desenvolvimento de competências fundamentais para o século XXI. 2. Criar ambientes pedagógicos inovadores que facilitem o desenvolvimento de competências essenciais, considerando o impacto significativo da IAG na educação. 3. Modificar estratégias pedagógicas em resposta às mudanças introduzidas pela IAG, preparando os alunos para novas realidades educacionais. 4. Incentivar a utilização de estratégias pedagógicas que aumentem o envolvimento dos alunos com temas relacionados com a IAG, visando a melhoria da qualidade de suas aprendizagens. 5. Enriquecer o conhecimento dos formandos sobre as ferramentas e tecnologias disponíveis no campo da IAG e aprender a utilizá-las de forma integrada e contextualizada na sua prática pedagógica.

Conteúdos

1. Apresentação (1h síncrona): Introdução ao curso, objetivos e visão geral da relevância da Inteligência Artificial Generativa (IAG) na educação moderna. 2. Módulo 1: Fundamentos da Inteligência Artificial e da IAG (2h síncronas, 3h assíncronas): Exploração dos conceitos básicos de IA e IAG, focando na sua história, evolução e utilização prática bem como impacte potencial na educação. Exploração de exemplos práticos de como a IAG pode ser utilizada para criar materiais didáticos personalizados e inovadores, adequados às realidades educativas portuguesas. Discussão sobre o papel da IAG no desenvolvimento de competências digitais e no suporte a metodologias ativas de aprendizagem. Atividades práticas e debate online. 3. Módulo 2: Integração da IA e IAG na Educação – suporte e inovação pedagógica (3h síncronas, 3h assíncronas): Discussão sobre como a IA e a IAG podem ser integradas no processo educativo. Abordagem prática com exemplos de implementação da IAG em ambientes educativos, incluindo atividades de experimentação. Exploração de ferramentas de IA para o desenvolvimento de planos de aula e de atividades específicas, procurando personalizar os processos de aprendizagem. Criação de materiais didáticos interativos. Aplicação da IAG na avaliação e feedback – geração de rubricas. Atividade prática que permitirá aos formandos explorar e aplicar a IAG no contexto das suas disciplinas específicas. 4. Módulo 3: Aplicações Práticas e Ética da IAG (3h síncronas, 3h assíncronas): Exploração de aplicações criativas da IAG em projetos de sala de aula. Inclusão de exemplos práticos de utilização da IA. Discussão sobre a integração da IAG em projetos interdisciplinares, fomentando o pensamento crítico e a resolução de problemas. Abordagem sobre a ética da IAG na sala de aula. Discussão sobre questões como viés algorítmico, privacidade dos dados dos alunos e a importância de ensinar os alunos a serem consumidores críticos e informados de tecnologia. Inclusão e acessibilidade na utilização da IAG. Criação e apresentação de cenários de aprendizagem que integrem a IAG. 5. Módulo 4: Avaliação e Aplicação Futura da IAG (2h síncronas, 3h assíncronas): Análise crítica da eficácia da IAG na educação. Discussão sobre casos de sucesso e desafios enfrentados, avaliando o impacto da IAG no processo de ensino e aprendizagem. Reflexão sobre a aplicação futura da IAG. Exploração de cenários futuros e novas possibilidades emergentes no campo da IAG, como o uso de realidades aumentada e virtual para experiências educativas imersivas. Atividades práticas onde os formandos desenvolverão e aplicarão planos de aula ou projetos educativos que incorporem a IAG. Incentivar-se-á a reflexão sobre como estas ferramentas podem ser utilizadas para enfrentar desafios específicos nas salas de aula. 6. Avaliação (2h síncronas): Reflexão final sobre os trabalhos realizados ao longo da formação. Avaliação do desempenho do formador e da eficácia geral da ação de formação. Total: 25 (13h síncronas e 12h assíncronas)

Metodologias

 Abordagem expositiva e interativa, combinando apresentações com discussões em grupo e atividades práticas. Com o foco na aplicação de conceitos de IAG em contextos reais de ensino, incentiva-se os formandos a refletirem sobre a integração desta tecnologia nas suas práticas.  As sessões assíncronas envolverão tarefas de autoaprendizagem, como a análise de materiais, redação de reflexões e desenvolvimento de atividades que apliquem a IAG.  Utilizar-se-ão diversos recursos, incluindo apresentações, textos, áudios e vídeos, juntamente com aplicações web interativas.  A formação está concebida de modo a impactar positivamente as práticas futuras dos formandos, preparando-os para implementar inovações pedagógicas com a IAG, melhorando, assim, a qualidade do ensino e a experiência de aprendizagem dos alunos.

Avaliação

O regime de avaliação dos formandos contempla uma perspetiva formativa, realizada durante a formação, para promover o desenvolvimento das aprendizagens com vista ao ajustamento de processos e estratégias e, no final da formação, uma avaliação sumativa tendo por base um relatório crítico individual. São referenciais critérios e instrumentos, para além da autoavaliação: pontualidade, interesse demonstrado, participação e produção; resultados das atividades das sessões e da formação global; elaboração do relatório crítico individual. Os critérios de avaliação a utilizar incidem nos seguintes parâmetros: Participação ativa nas sessões síncronas e assíncronas - 25%; Realização de tarefas/atividades práticas em cada módulo - 50%; Reflexão final - 25% A avaliação dos formandos é realizada nos seguintes termos, de acordo com a legislação em vigor: Avaliação quantitativa na escala de 1 a 10 valores O certificado de formação é emitido mediante a assiduidade de dois terços das horas de formação e a conclusão da ação com aproveitamento.

Bibliografia

Bozkurt, A. (2023). Generative AI, synthetic contents, open educational resources (OER), and open educational practices (OEP): A new front in the openness landscape. Open Praxis, 15(3), 178–184. https://doi.org/10.55982/openpraxis.15.3.579Holmes, W., Bialik, M., & Fadel, C. (2019). Artificial intelligence in education: Promises and implications for teaching and learning. Centre for Curriculum Redesign.Lee, S. (2023). AI toolkit for educators. EIT InnoEnergy Master School Teachers Conference 2023. https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7109458286420086784?utm_source=share&utm_medium=member_desktopMills, A., Bali, M. and Eaton, L. (2023). How do we respond to generative AI in education? Open educational oractices give us a framework for an ongoing process. Journal of Applied Learning and Teaching, 6(1), 16-30. https://doi.org/10.37074/jalt.2023.6.1.34Mollick, E. (2023, 25 de setembro). Student Use Cases for AI. Harvard Business Publishing. https://hbsp.harvard.edu/inspiring-minds/student-use-cases-forai?utm_source=substack&utm_medium=email


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 19-02-2027 (Sexta-feira) 17:30 - 20:30 3:00 Online síncrona
2 22-02-2027 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online assíncrona
3 01-03-2027 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
4 02-03-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online assíncrona
5 08-03-2027 (Segunda-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online síncrona
6 09-03-2027 (Terça-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online assíncrona
7 17-03-2027 (Quarta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
8 18-03-2027 (Quinta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online assíncrona
9 07-04-2027 (Quarta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona


403

Ref. 326ACD17_26 Inscrições abertas até 6 de Outubro de 2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: ACD17_26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 7 de Outubro de 2026

Fim: 7 de Outubro de 2027

Regime: Presencial

Local: Escola Básica e Secundária D. Maria II, Vila Nova da Barquinha

Formador

Paulo Alexandre da Cunha Tavares

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas de Vila Nova da Barquinha / CFAE A23

Enquadramento

Incorporar no Agrupamento práticas profissionais inovadoras, adquiridas por docentes do Agrupamento em mobilidade de formação Erasmus+

Objetivos

Mobilizar os educadores/professores para o desenvolvimento de práticas inovadoras; contribuir para criar dinâmicas de trabalho e na educação; Sensibilização para a problemática das necessidades educativas especiais e inclusão na educação; Integrar ferramentas de Inteligência Artificial na prática letiva.

Conteúdos

1. Inovação - Soluções de Gestão de Aulas para Professores: Necessidades educativas especiais e inclusão na educação 2.Inteligência Artificial na Educação: Ferramentas, Aplicações Pedagógicas e Pensamento Crítico


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-10-2026 (Quarta-feira) 15:30 - 18:30 3:00 Presencial

INSCREVER-ME

Não existem ações.

Ref. 319ACD12_26 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD12_26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 14 de Setembro de 2026

Fim: 14 de Setembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas do Sardoal

Formador

Ana Paula Faustino Sardinha

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas do Sardoal / CFAE A23

Enquadramento

Assumir que o Agrupamento de Escolas de Sardoal é um Agrupamento em (trans)formação significa entendê-lo como espaço de formação e de aprendizagem para todos. Transformar-se e transformar faz-se numa cultura de reflexão, de trabalho colaborativo e de partilha de boas práticas pedagógicas entre docentes, para promover o desenvolvimento de competências que lhes permitam uma intervenção adaptada aos diferentes contextos educativos.

Objetivos

- Disseminar as boas práticas observadas no decorrer das ações de jobshadowing entre docentes, realizadas no âmbito do Programa Erasmus+. - Promover a mudança de práticas pedagógicas; - Promover o trabalho colaborativo entre docentes. - Estimular a reflexão sobre a aplicabilidade das práticas partilhadas à realidade do Agrupamento de Escolas de Sardoal.

Conteúdos

- Exploração de metodologias/ opções de organização pedagógica experienciadas em sala de aula, em diferentes países europeus, no âmbito das ações de jobshadowing.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 14-09-2026 (Segunda-feira) 09:30 - 12:30 3:00 Presencial

Ref. 322ACD14_26 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD14_26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 10 de Setembro de 2026

Fim: 10 de Setembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Escola Secundária Dr. Solano de Abreu - Abrantes

Formador

Marta Susana Pereira Procópio

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas N.º 1 de Abrantes / CFAE A23

Enquadramento

Uma escola que aprende é uma escola que olha para a sua realidade, questiona as suas práticas e utiliza a evidência para tomar decisões e melhorar. Neste contexto, o PISA for Schools pode constituir uma oportunidade para conhecer melhor os alunos e a escola, interpretar a informação disponível e transformá-la em conhecimento útil para a ação. Mais do que produzir dados, importa compreender o que esses dados nos dizem, questionar o que revelam sobre as aprendizagens e refletir sobre o que podemos fazer de diferente ou de melhor. A ação pretende, assim, promover uma cultura de utilização crítica da evidência, articulando o PISA for Schools com os processos de reflexão, autoavaliação e melhoria das práticas educativas.

Objetivos

Conhecer o PISA for Schools, o seu enquadramento e as suas potencialidades; Compreender a diferença entre produzir dados e utilizar evidência para compreender a realidade escolar; Desenvolver uma leitura crítica da informação disponibilizada; Refletir sobre o que os dados podem revelar acerca das aprendizagens e das práticas educativas; Identificar possibilidades de utilização da evidência na tomada de decisão e na melhoria da escola.

Conteúdos

PISA for Schools: enquadramento, finalidade e características; Dos dados à evidência: compreender, interpretar e contextualizar a informação; O que nos dizem os dados sobre os alunos e sobre a escola?; Evidência e reflexão sobre as práticas educativas; Da evidência à decisão: utilizar a informação para melhorar.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-09-2026 (Quinta-feira) 10:00 - 12:00 2:00 Presencial

Ref. 329ACD18_26 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD18_26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3,0 horas

Início: 9 de Setembro de 2026

Fim: 9 de Setembro de 2026

Regime: Presencial

Local: None

Formador

Paula Cristina Roseira Simões

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Agrupamento de Escolas Gil Paes / Centro de Formação de Associação de Escolas A23

Enquadramento

Apresentar e explicitar o novo Referencial de Avaliação do Agrupamento Gil Paes às equipas de liderança e de gestão intermédia enquanto documento estruturante de orientação do Agrupamento para o desenvolvimento curricular.

Objetivos

Permitir aos docentes do Agrupamento uma apropriação do documento enquanto construtor de uma linguagem e de uma estratégia comuns e da sua importância para o diálogo pedagógico; situar o Referencial como um documento assumido e construído por todos os membros da comunidade. Sendo os participantes gestores pedagógicos, a presente ACD pode colocá-los como mediadores da mudança: primeiro compreendem e discutem as opções, depois ficam preparados para conduzir a apropriação do documento pelos respetivos grupos.

Conteúdos

1. Porquê um Referencial de Avaliação comum? — 30 min Breve enquadramento: avaliação enquanto parte integrante do ensino e da aprendizagem; necessidade de coerência entre ciclos, disciplinas e docentes; transparência dos processos avaliativos; articulação com o Perfil dos Alunos, Aprendizagens Essenciais e DL n.º 55/2018. 2. Conhecer o Referencial do Agrupamento — 45 min Apresentação das grandes opções assumidas: princípios orientadores; dimensões e critérios comuns; níveis de desempenho; diversidade das evidências de aprendizagem; valorização da avaliação formativa; papel do feedback; relação entre critérios comuns e critérios específicos das disciplinas. 3. Do Referencial à disciplina — oficina de trabalho — 60 min Organização dos participantes por departamentos/grupos disciplinares. A partir de uma situação concreta — uma tarefa, atividade, trabalho ou instrumento de avaliação — cada grupo identifica: *que critérios do Referencial estão mobilizados; *que desempenhos permitem confirmar as aprendizagens; *como podem ser descritos diferentes níveis de desempenho; *como podem os critérios ser comunicados aos alunos; *que ajustamentos serão necessários nos critérios específicos já existentes. 4. Coordenar para garantir coerência — 30 min Foco específico nos coordenadores e subcoordenadores: como conduzir este trabalho nos grupos disciplinares sem transformar o Referencial numa mera grelha burocrática; como promover critérios comuns preservando a especificidade das disciplinas; como acompanhar a implementação ao longo do ano. 5. Compromissos para o início do ano — 15 min


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-09-2026 (Quarta-feira) 14:30 - 17:30 3:00 Presencial

Ref. 320ACD13_26 Em avaliação

Registo de acreditação: ACD13_26

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 6,0 horas

Início: 4 de Setembro de 2026

Fim: 4 de Setembro de 2026

Regime: Presencial

Local: Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes - Torres Novas

Formador

Luciana Marques Tavares

Destinatários

Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial

Releva

Despacho n.º 5741/2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação de formação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014. 

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

ELI Alcanena/Torres Novas - Centro de Formação A23

Enquadramento

INSCRIÇÃO ONLINE, ATRAVÉS DO LINK ---- > HTTPS://FORMS.GLE/M8OZYWJYRCSASTTZ7 Aquisição de conhecimentos que sustentem as práticas pedagógicas no âmbito das temáticas a abordar.

Objetivos

Aquisição de conhecimentos nas áreas da infância e do desenvolvimento infantil. Aprofundar conhecimentos no âmbito das alterações do desenvolvimento infantil.

Conteúdos

Importância de intervir cedo e o impacto das primeiras experiências no desenvolvimento infantil; Partilha de experiências vivenciadas por famílias de crianças com alterações no desenvolvimento infantil; Como intervir com famílias com crianças com alterações no desenvolvimento; A importância do brincar na infância.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 04-09-2026 (Sexta-feira) 09:00 - 13:00 4:00 Presencial
2 04-09-2026 (Sexta-feira) 14:30 - 16:30 2:00 Presencial

Não existem ações.